EVENTO DARYUS / INSCRIÇÃO GRATUITA

28, Out. 2020

EVENTO DARYUS / INSCRIÇÃO GRATUITA

IMPORTANTE: GESTÃO DE CRISE E CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

29/10 acontecerá a 8ª edição do DRIDAY Latin America, um evento para discutir Gestão de Crise e Continuidade de Negócios, temas em destaque em 2020 por conta da crise pandêmica.

Confira o vídeo do Jeferson D´Addario no qual ele fala sobre o evento e comenta sobre essa oportunidade exclusiva: : http://dary.us/convite-dri-jeferson-daddario  

É GRATUITO e já superamos mais de 500 inscritos, não perca essa chance.

Palestrantes renomados e com muita experiência estão confirmados, e irão te ajudar a entender e aprender sobre esse assunto tão importante. Confira a programação:

Liderança em tempos de crise: a revolução da indústria / Chloe Demrovsky, Presidente do DRI Internacional 

Resiliência corporativa: o que esperar do futuro? / Karol Cordero, Diretora de Recursos Globais no DRI International

Os nossos planos estavam certos em um cenário de crise real? / Camila Ishikawa, Latin America WBCM Leader do DRI Foundation / Letícia Cecchin, Business Continuity Manager no Itaú Unibanco / Márcia Mascari, Superintendente de Continuidade de Negócios na B3

Como a Gestão de Crise pode ser uma oportunidade negócios / Gerson Cestaroli - Gerente de Segurança e Riscos da SYNCREON

Transformando riscos em competitividade de negócio / Jeferson D'Addario, CEO Grupo Daryus / Keila Forti, Gestão de Continuidade de Negócios e Processos Corporativos na SulAmérica

WBCM: como a comunidade mudou o cenário quando o assunto é BCM / Patrícia Teixeira, Diretora da WePlanBefore - Gestão de Crise / Selma Coutinho, Diretora de Security Operations e BCM – Ericsson 

A "nova realidade" e o papel do profissional de BCM / Jeferson D'Addario, CEO Grupo Daryus

Apoiadores: DRI Institute, Exin Institute, HSI Institute, Sensr.IT e John Richard / Patrocinador: Alerta de Crise

Ajude a fazer o DRIDAY maior! Convide mais pessoas que desejam aprender sobre Gestão de Crise e Continuidade de Negócios. Esta é uma oportunidade única com INSCRIÇÃO GRATUITA, convide e compartilhe o esse evento!

Site do evento http://dary.us/dri-day / Link de inscrição do Sympla https://dary.us/DRIDAY_2020

Data 29 de OUTUBRO    Horário: 15h45 às 21h30

Ataque trava fabricante de vacina covid no Brasil e mais 4 países

Reddys Farmacêutica produz a vacina para a Rússia e tem 25 fábricas espalhadas pelo mundo, inclusive no Brasil

A gigante farmacêutica indiana Dr Reddys foi forçada a desligar todos os seus servidores de data center em todo o mundo por um dia inteiro, após ter sido atingida por um ataque cibernético. na semana passada. A empresa não forneceu qualquer informação mas os funcionários comentaram o assunto nas redes sociais. A empresa tem sede na Índia e um total de 25 fábricas, uma delas no Brasil (São Paulo, SP).

A Dr. Reddys fabrica atualmente a vacina contra covid-19 desenvolvida pela Rússia e medicamentos para o tratamento da infecção pelo coronavírus (Remdesivir e Favipiravir). O ataque cibernético aconteceu poucos dias depois que a empresa recebeu a aprovação do Controlador Geral de Drogas da Índia (DCGI) para realizar testes clínicos da vacina russa Sputnik V no país.

Esperamos que todos os serviços estejam funcionando dentro de 24 horas e não prevemos nenhum grande impacto em nossas operações devido a este incidente, disseram os funcionários da empresa.

De acordo com uma fonte da agência ETNow, os hackers usaram ransomware durante o ataque, e por isso a empresa teve de isolar todos os seus data centers e suspender a produção em fábricas nos EUA, Reino Unido, Brasil, Índia e Rússia. O processo de serialização, envio, registro dos resultados do controle de qualidade e homologação por meio de sistemas eletrônicos também foi suspenso.

Os representantes da empresa se recusaram a comentar as informações de que o ataque cibernético poderia afetar o funcionamento das fábricas.

Fonte: Ciso Advisor

Área coberta com seguro rural bate recorde em 2020

Até outubro, 10 milhões de hectares foram segurados com o apoio do PSR, superando os 9,9 milhões de hectares de 2014

Fonte: Valor Econômico

O Valor Econômico destaca que até outubro deste ano, 10 milhões de hectares foram segurados com o apoio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), superando o ano de 2014, quando foi registrada área segurada de 9,9 milhões de hectares, até então ano com a maior marca, conforme levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A ministra Tereza Cristina tem destacado o comprometimento do Ministério com as políticas de gestão de risco e o 'empenho em disseminar a importância da contratação do seguro rural entre os produtores e os resultados positivos obtidos nesse sentido.

Além da área segurada, outros números também indicam o avanço desse instrumento de gestão de riscos entre os produtores. Foram utilizados em torno de R$ 680 milhões em subvenção ao prêmio que auxiliou financeiramente os produtores a contratar até o momento cerca de 149 mil apólices, cujo valor total segurado foi de R$ 33 bilhões.

O secretário de Política Agrícola, César Halum, afirma que esses números ainda devem crescer, tendo em vista que serão computadas as contratações de final de outubro e começo de novembro. O Mapa vai divulgar em dezembro os resultados finais de 2020 da política agrícola com seguro rural, que já são recordes na história do PSR.

XP mira liderança no setor de seguros

Fonte: CQCS

A XP Seguros, braço da XP especializado em previdência privada complementar, superou, no mês de outubro a marca de 10 bilhões de reais em recursos sob gestão, se beneficiando da migração de recursos por meio da portabilidade. Ao mesmo tempo, a empresa persegue a meta de ser líder desse mercado em 2023, informou matéria publicada pelo portal Terra nesta terça-feira, 27.

Roberto Teixeira, presidente da XP Seguros afirma que essa evolução é um reflexo da grande procura dos clientes por produtos que ofereçam melhor rentabilidade no longo prazo, a exemplo do que já ocorria em fundos de investimentos, e que sejam mais flexíveis.

Utilizando dados emitidos pela Susep, a XP afirma que foi o alvo da busca de 60% dos recursos que mudaram de administradora nos primeiros oito meses de 2020 e isso aconteceu mesmo com um ambiente com uma volatilidade tão grande. 

Com cerca de 80 fundos, a XP Seguros tem 54% dos ativos aplicados em fundos multimercado ou em ações. Em agosto, tornou a oitava maior do país em ativos e está deslanchando planos para desafiar mais frontalmente as grandes instituições financeiras em outras arenas. A de previdência complementar tem 91% dos ativos concentrados nos 5 maiores bancos do país.

E com a velocidade do mercado perdendo fôlego num país em recessão, a movimentação entre os rivais no setor tende a se dar por um bolo de recursos menor do que o se previa. Pelos dados da Fenaprevi, a captação líquida no ano até agosto foi 23% menor do que em igual período de 2019.

Para Teixeira, que lidera a XP Seguros há um ano e meio, além da busca por rentabilidade, o público do mercado previdência complementar tem buscado mais diversificação, como a possibilidade de investir em ativos no exterior, menores custos de administração e soluções digitais.

Com a intenção de atingir esse mercado, a XP Seguros começou a fazer portabilidade online de fundos e planeja ampliar a oferta de serviços após integrar a seguradora ao banco, ainda neste mês, os planos de previdência passarão a ser oferecidos diretamente no portal da XP Investimentos.

A próxima etapa do plano da seguradora é entrar no segmento corporativo, segmento quase totalmente dominado pelos bancos. Vamos entrar em previdência corporativa no segundo trimestre de 2021, disse Teixeira.

Ronald Bolaños assume riscos especiais da Liberty Mutual Insurance para AL e EUA

Fonte: Sonho Seguro

Ele substitui Alex Montoya, que hoje em dia é diretor de operações da divisão norte -americana da divisão de riscos globais, a Liberty Global Risk Solutions

O Grupo Liberty Mutual Insurance, junto à sua divisão de Seguros Especiais, a Liberty Specialty Markets (LSM), anuncia Ronald Bolaños como novo presidente para América Latina e Estados Unidos. Atualmente alocado em Miami, na Flórida, Bolaños assume a função imediatamente e será responsável pelo crescimento da LSM na região, liderando a sua equipe no desenvolvimento de soluções especializadas para atender às necessidades dos clientes.

Anteriormente, o executivo atuava como diretor de subscrição (Chief Underwriting Officer) da LSM na América Latina. Com a movimentação, Ronald substitui Alex Montoya, que hoje em dia é diretor de operações da divisão norte -americana da divisão de riscos globais, a Liberty Global Risk Solutions.

Estamos felizes que um papel tão fundamental, como de presidente das regiões LATAM e dos Estados Unidos, tenha sido atribuído a um candidato interno tão talentoso como Ronald Bolaños, afirma Matthew Moore, presidente geral da divisão LSM. Ele traz profissionalismo e energia à tudo o que faz, além de ter um ótimo conhecimento dos nossos mercados e clientes, uma mentalidade global e uma compreensão técnica do negócio, completa.

Ronald ingressou na Liberty em 2012 e tem mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros e resseguros, tendo passado anteriormente pela Validus e AIG. Também atuou em cidades como São Paulo, Santiago e Miami, em vários cargos seniores nas áreas de risco e subscrição do setor de energia.

Eletrobras receberá R$ 117 milhões da Camargo Corrêa por prejuízos causados por corrupção

Fonte: Megawhat Energy

O grupo Eletrobras receberá R$ 117 milhões da Camargo Corrêa a título de ressarcimento por prejuízos causados por esquema de corrupção desvendado pela operação Lava Jato. O pagamento faz parte de acordo de leniência firmado pela construtora com a estatal elétrica, a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia Geral da União (AGU).

Pelo acordo, a Eletrobras e a Chesf receberão R$ 29 milhões, cada uma. A Eletronorte, por sua vez, receberá um montante de R$ 38, 5 milhões. Já Furnas terá direito a receber R$ 20,6 milhões.

O pagamento será feito em 24 parcelas anuais a serem corrigidas pela Selic.

Em fato relevante sobre o assunto, divulgado nesta segunda-feira, 26 de outubro, a Eletrobras destacou que o acordo é uma oportunidade de fazer retornar à Eletrobras parte dos recursos a que a companhia tem direito, diante dos prejuízos causados pela construtora, decorrentes do esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato.

A estatal acrescentou ainda que o acordo garante o acesso a informações e documentos, de forma que a avaliar se há outras medidas de ressarcimento cabíveis a serem adotadas, em razão dos atos ilícitos dos quais a companhia diz ter sido vítima.

Nova onda da Covid-19 deverá adiar recuperação do petróleo, afirma OPEP

O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Barkindo, afirmou nesta segunda-feira que uma recuperação do mercado da commodity pode demorar mais do que o esperado, à medida que o número de casos de coronavírus avança em todo o mundo, e que a Opep e seus aliados vão manter o curso para equilibrar o mercado.

A Opep e aliados como a Rússia promoveram um corte recorde de produção de petróleo em abril, diante dos impactos da pandemia sobre a demanda. Eles pretendem elevar o bombeamento a partir de janeiro, como parte de uma flexibilização gradual às restrições de oferta.

Questionado no evento virtual India Energy Forum, da CERAWeek, se a segunda onda do vírus exige mudanças nas estratégias da Opep, Barkindo afirmou que as expectativas de recuperação de demanda vistas anteriormente foram frustradas.

Nós tínhamos esperança de que o segundo semestre de 2020 começasse a registrar uma recuperação, disse Barkindo. Infelizmente, tanto o crescimento econômico quanto a recuperação da demanda seguem anêmicas no momento, muito em função do vírus.

Seguimos cautelosamente otimistas de que a recuperação vá continuar. Pode levar mais tempo, talvez em níveis mais baixos, mas estamos determinados a manter o curso, acrescentou Barkindo.

Os membros da Opep+, segundo ele, atingiram uma conformidade média de 100% com os cortes de oferta prometidos e vão seguir implementando restrições de produção para que os estoques de petróleo caiam ainda mais.

Estamos determinados a ajudar o mercado a restaurar a estabilidade, garantindo que a queda de estoque continue.

Fonte: Reuters

Não sei como estar próximo a Trump ajuda o Brasil, diz criador do termo Brics

Para Jim O'Neill, Brasil deveria desenvolver políticas que ajudem de forma duradoura, e não camuflar posição se colocando ao lado de outras nações

Fonte: Agência Estado

O Brasil deveria ser mais maduro, desenvolver políticas que ajudem o País de forma duradoura, e não camuflar sua posição se colocando ao lado de outras nações, na avaliação do criador do acrônimo Bric, o britânico Jim O’Neill.

Não está claro para mim, de forma alguma, como estar supostamente próximo a Trump ajudou Bolsonaro ou o Brasil, disse em entrevista ao Estadão/Broadcast sobre a eleição americana, no dia 3 de novembro, citando os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e o brasileiro, Jair Bolsonaro.

O’Neill criou a sigla que reúne países emergentes de grandes territórios e populações (Brasil, Rússia, Índia, China e, a seu contragosto, a África do Sul posteriormente foi incluída no grupo que passou a ser chamado de Brics) quando trabalhava para o banco Goldman Sachs, há quase 20 anos.

Atualmente, preside a think tank Chatam House e tem atuação em várias outras áreas, como a busca da melhora da educação para os menos privilegiados por meio da UK Educational Charity, melhora da atividade no norte da Inglaterra pela North Powerhouse e está envolvido na luta contra a resistência antimicrobiana (AMR), além de continuar a ser o consultor global para o ex-primeiro-ministro britânico David Cameron.

A seguir, os principais trechos da a entrevista.

O sr. vê algum tipo de virada para os países emergentes, especialmente os do Brics, em função do resultado da eleição americana no mês que vem?

Eu provavelmente deveria dizer não sei a todas as perguntas (risos)…. Neste caso, é mais difícil manter a avaliação tradicional de que os republicanos são bons para o mercado e os democratas, não. E isso ocorre por causa das peculiaridades de Trump. Ele tem sido tão disruptivo em relação à governança normal dos EUA, que é difícil classificá-lo ou tentar antever as consequências da eleição. Por causa da sua posição negativa em relação ao engajamento global sob vários aspectos e a sua posição sobre a China, acho que uma vitória de (Joe) Biden poderia ser considerada uma boa nova para o mundo ou, mais especificamente, como o seu engajamento no mundo poderia ser bom para a economia global. A reeleição de Trump não seria tão positiva. Mas, claro, nada mais é igual e, se os democratas forem mais expansivos na política fiscal, poderemos ter um fim mais cedo das políticas de afrouxamento monetário, que são geralmente mais negativas para os mercados emergentes por causa do aumento das taxas de juros americanas e o fortalecimento do dólar. Então, eu não tenho certeza… De forma mais ingênua, dado o que aconteceu com o mundo por causa da covid-19, muito mais importante a meu ver é se e quando teremos vacinas. Isso é especialmente verdadeiro para o Brics, até porque dois de seus membros, o Brasil e a Índia, tiveram problemas com o controle de infecções. Assim, uma vacina seria crucial para esses países em particular e, claro, para todo o mundo.

Quais seriam os principais pontos a favor do Brics com a vitória de Trump ou de Biden?

Ainda acho que, especialmente para o primeiro semestre de 2021, a chegada de uma vacina será mais importante e mais clara do que saber se será Trump ou Biden quem vencerá. Mas tem um ponto que eu que enfatizar: independentemente de quem vença, os Estados Unido vão continuar desafiando a China e, para complicar a situação para além da questão da eleição americana, suspeito que Biden poderia ser mais eficaz sobre a China do que Trump, porque a ausência de Trump na arena internacional tem permitido à China se apresentar muitas vezes no palco mundial, especialmente em relação a assuntos globais, como mudança climática e livre-comércio.

O presidente Bolsonaro sempre destaca a proximidade com os EUA e os benefícios para o País. Isso é uma realidade ou apenas um discurso político? E se Biden vencer, o Brasil estará mais fadado a um papel insignificante no mundo?

A meu ver, o Brasil deve fazer as coisas para se ajudar e não camuflar sua posição, escolhendo lados com outros países. Em última análise, esses relacionamentos não oferecem benefícios duráveis, principalmente em relação a fazer políticas corretas dentro de casa. Não está claro para mim de forma alguma como estar supostamente próximo a Trump ajudou Bolsonaro ou o Brasil. O Brasil precisa ser mais maduro e seguir políticas econômicas que reduzam sua dependência excessiva dos preços e da indústria de commodities.

O sr. tem dito nos últimos anos que o Brics poderia ter usado sua projeção global para realmente fazer a diferença no mundo, e não o fez. O sr. ainda tem essa esperança ou segue desapontado?

Estou persistentemente desapontado. Não consigo pensar em um único acordo efetivo de peso entre os países do Brics que tenha tido uma consequência importante, especialmente em termos de apoiar outras economias ou mesmo seu desempenho coletivo.

Incertezas levam empresas a reduzir procura por crédito

Sudeste e indústria lideram recuo.

Fonte: Monitor Mercantil

A procura das empresas por crédito registrou queda de 3,3% em setembro, em comparação com o mesmo mês de 2019. É o terceiro mês consecutivo de queda no Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian, divulgado nesta terça-feira. A procura das micro e pequenas empresas foi a que mais caiu, com declínio 3,4%. Em seguida aparecem as médias (3,3%) e grandes (1,2%).

A sensação de incerteza sobre as reformas administrativas e tributárias costuma deixar os donos de negócios mais cautelosos. O que muitas das vezes pode levar ao adiamento da busca por crédito, disse o economista da Serasa Experian Luiz Rabi.

Em relação à situação das empresas pequenas o presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou recentemente que ainda há muito que melhorar no acesso das pequenas empresas aos empréstimos. Apenas metade deles procurara créditos e, ainda assim, apenas 31% deles tiveram sucesso.

A favor dos pequenos empreendimentos o executivo do Sebrae, aponta ainda a maior participação de instituições financeiras não bancárias, como cooperativas de crédito, sociedades de crédito direto, bancos regionais e agências de fomento na concessão de crédito para os pequenos negócios.

As empresas da Região Sudeste lideraram a retração, com queda de 7,3%, seguidas pelas do Sul, que apresentou declínio de 1,2%. Já o Centro-Oeste (1%), Norte (5,2%) e Nordeste (1,4%) apresentaram números positivos na demanda por crédito. O setor da indústria foi o que teve maior queda no interesse por crédito em setembro, de 5,6%, seguido por serviços, de 3,8%, e comércio, 2,6%.

Oportunidade no Mercado de Trabalho

Analista de Seguros Corporativos Pleno

Empresa contratante: CPFL PAULISTA / Uma empresa do Grupo CPFL

Acreditamos que nossa força vem da colaboração entre as pessoas. Inovamos para oferecer as melhores soluções aos nossos clientes. Nos dedicamos à entrega de resultados e à busca contínua da excelência. Somos íntegros e responsáveis em tudo o que fazemos para gerar valor de forma sustentável. E para nós da CPFL a segurança é um compromisso inegociável!

Se você acredita que pode fazer a diferença para os nossos negócios e compartilha dos nossos valores, traga sua energia para cá!

Principais Atividades:

Conhecer com detalhes as apólices contratadas e dar suporte as áreas internas;

Contatar as áreas internas e Seguradoras com relação as movimentações pertinentes às

apólices;

Garantir que os controles internos da área estejam devidamente atualizados;

Auxiliar no monitoramento de empresas do setor e mercado local e internacional de seguros, buscando informações sobre sinistralidade que possam afetar os prêmios pagos para cobertura de riscos;

Emitir e acompanhar a emissão e a disponibilidade de seguro-garantia para participação da CPFL em leilões;

Levantar junto as áreas internas documentos para as seguradoras contratadas em

processos de regulação de sinistros ocorridos;     

Controlar as informações de pagamentos e orçamento da área;

O que você precisa ter:

Necessário Superior em Engenheira ou Administração de Empresas ou Ciências Contábeis ou Economia;

Necessários conhecimentos sólidos Conhecimento em Resseguros e Seguros

Desejável Inglês Intermediário;

Desejável conhecimento e experiência no setor de energia;

Desejável conhecimento avançado em Excel (VBA);

O que oferecemos:

Vale Transporte / Vale Refeição / Assistência Médica / Assistência Odontológica / Auxilio creche (conforme regras de elegibilidade) / Seguro de Vida / PLR

Onde você vai atuar: Campinas/SP. / O Grupo CPFL Energia

Somos uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, com negócios em distribuição, geração, comercialização de energia elétrica e serviços. Atuamos de forma comprometida com a excelência operacional, nos aspectos econômico, socioambiental, saúde e segurança, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da comunidade. Queremos garantir um futuro melhor para colaboradores e clientes e para isso trabalhamos diariamente, de várias formas: com programas de conservação e uso eficiente da energia elétrica, redes inteligentes, mobilidade urbana elétrica e muito mais.

Respeitamos as diferenças e valorizamos a diversidade! Nossa motivação é oferecer o melhor às pessoas, dentro e fora da empresa, buscando relacionamento de longo prazo com cada profissional da nossa equipe. É por isso que para nossas vagas buscamos candidatos pela sua qualificação profissional, independentemente de raça, cor, religião, idade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, nacionalidade ou deficiência. Venha fazer parte da nossa equipe!

Detalhes da vaga

Nível de experiência: Pleno-sênior / Setor: Serviços públicos / Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Gestão de projetos / Link para candidatura via Linkedin: https://www.linkedin.com/jobs/view/2203371259/?refId=1aMnQxdkS0e7guzxfjxMiA%3D%3D 

Seguem links para acesso às edições virtuais mais recentes das Revistas do Setor de Seguros:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/10/edicao-259/

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_160

Revista Seguro Total: https://revistasegurototal.com.br/2020/10/12/seguro-e-mais-velho-do-que-se-imagina/

Revista Cobertura: https://www.revistacobertura.com.br/2020/09/25/edicao-224/

Revista Insurance Corp: http://insurancecorp.com.br/pt/content/pdf/ic_ed31_2020.pdf

Revista Cadernos de Seguro: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php 

COMUNICADO IMPERDÍVEL:

Olá Associado,

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