Os Desafios da Gestão de Riscos

29, Out. 2020

GRTV recebe Presidente e Vice Presidente da ABGR


Assista ao vídeo / Tema: Os desafios da Gestão de Riscos: https://www.youtube.com/watch?v=ogER33ww7qA&feature=youtu.be  

LGPD e a Gestão de Riscos

Analistas jurídicos abordam aplicação da LGPD

Fonte: Migalhas.

A LGPD, lei de proteção de dados pessoais é o marco legal que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil.  A norma pretende garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais. Ela exige consentimento explícito para coleta e uso dos dados e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados.

Durante o seminário LGPD e a Gestão de Riscos, realizado por Migalhas no dia 30 de setembro, analistas jurídicos de empresas falaram, à TV Migalhas, sobre a adaptação à norma.

De acordo com Gustavo Godinho, da Whirlpool, para compreender melhor a LGPD, é interessante que as empresas busquem consultorias especializadas para analisar aspectos práticos e regulatórios da norma bem como procedimentos tecnológicos.

Para Remi Yun, da Suzano Papel e Celulose, é preciso entender o que a LGPD propõe para se fazer uma aplicação integrada na empresa.

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=aZYj-0Hui-c&feature=emb_logo

Gestão de Riscos no novo normal

Fonte: CQCS

Glaucia Carvalho, superintendente de riscos da SulAmérica, participou do Insurance Summit Brazil 2020. Glaucia falou sobre a gestão de riscos no novo normal.

A executiva destacou como o tema é tratado na SulAmérica. Escolhemos o modelo de 3 linhas de defesa em que segmentamos a empresa em 3 grandes grupos. Temos comitês onde os papéis são bem definidos, documentos internos e uma série de comportamentos, explicou.

Ela disse que os riscos são identificados, quantificados, respondidos e monitorados. O apetite de risco se refere a quanto de risco uma organização está disposta a correr para atingir seus objetivos e é definido pelo conselho de administração, pontuou.

Gláucia afirmou ainda ser importante que toda a organização participe e para que isso aconteça é preciso trabalhar a cultura de riscos. Temos uma série de vídeos dos executivos em que a importância do tema é transmitida aos colaboradores. Isso é importante porque as pessoas precisam entender disso na companhia.

Ela ressaltou que o grande desafio da pandemia foi colocar a empresa de pé, mas que o plano da retomada não é um  processo simples. O protocolo de retomada é complexo. É preciso respeitar uma série de protocolos e questões de como seguir, são relevantes, destacou.

A superintendente da Sulamérica disse ainda que já  vivem em um modelo diferente do que havia em março com grandes transformações. Ela citou a normalidade com o home office e a mudança nas relações de trabalho. Se o processo muda, a gestão de risco também precisa mudar e as coisas estão mudando muito rápido, enfatizou.

Ela disse que tem sido feito um monitoramento constante e destacou a agilidade nos processos para conseguir seguir o que está mudando.

No fim da apresentação, Gláucia listou os riscos que  são importantes e pedem atenção:

Riscos operacionais: relacionados à segurança da informação, impacto tecnológico do home office e gestão de processos á distância, fraudes

Riscos de mercado: Queda de vendas, cancelamentos, mudanças de padrões de utilização, queda da taxa de juros, aumento do desemprego, volatilidade dos preços dos ativos,

Riscos legais: novos normativos, entendimentos legislativo e judiciário dinâmico

Riscos de crédito: aumento da inadimplência e provisionamento de devedores duvidosos

Para ela, entre as lições que a pandemia deixa, estão a importância de estar perto dos comitês e da alta administração. A agilidade na gestão de riscos é fundamental, destacou.

Insurtechs captam US$ 2,5 bi em 104 negócios, segundo estudo da Willis

Fonte: Sonho Seguro

Mais um estudo sobre insurtechs. Segundo a corretora Willis Towers Watson PLC, que divulga o levantamento sobre insutechs a cada trimestre, as empresas de tecnologia do setor levantaram globalmente US$ 2,54 bilhões em 104 negócios durante o terceiro trimestre de 2020. Os dados totais são aumentos notáveis tanto no financiamento quanto na contagem de negócios, 63% e 41%, respectivamente, em comparação com o segundo trimestre, revela o relatório trimestral InsurTech Briefing Q3 2020.

O terceiro trimestre também registrou a oferta pública inicial de US$ 405 milhões da Duck Creek Technologies Inc., que se segue ao bem-sucedido IPO de US$ 319 milhões da seguradora Lemonade Inc. no segundo trimestre, observou Willis.

Os Estados Unidos sediaram 42% dos 104 negócios no trimestre, o Reino Unido 8% e a Índia 6%, com 18% dos negócios listados como ocorridos em países fora dos EUA, Reino Unido, Índia, França, China , Alemanha, Canadá, Israel e Japão, de acordo com dados do relatório.

O financiamento proveniente de seguradoras de bens e responsabilidades foi dominado, 49%, por transações de empresas business-to-business, seguido pela aposta de distribuidores de produtos em 41% e insurtechs que já têm permissão para atuar com seguros em 10%.

Mais da metade das transações, 31% em rodadas na Série A, envolveram empreendimentos em estágio inicial. A Série B foi responsável por 13% dos negócios, a Série D por 3% e 20% dos negócios foram listados como outros para seu estágio de investimento.

Com a enorme quantidade de capital sendo investido, pode-se facilmente ver este trimestre como uma validação clara de investidores, indústria e não-indústria, preparados para colocar seu dinheiro onde estão a busca de operações digitais, tanto para retornos de investimento quanto para garantir recursos digitais, disse a Willis em seu relatório.

No segundo trimestre, o financiamento global da insurtech atingiu US$ 1,56 bilhão em 74 negócios, um aumento de 71% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Chubb lucra US$ 1,19 bilhão no terceiro trimestre

Fonte: Sonho Seguro

Nos nove meses encerrados em 30 de setembro, o lucro líquido da Chubb caiu 66%, para US$ 1,12 bilhão

A Chubb registrou lucro líquido de US$ 1,19 bilhão no terceiro trimestre deste ano, um aumento de 9,4% em relação aos US $ 1,09 bilhão no mesmo período do ano passado, apesar da pandemia e maiores perdas por catástrofes, disse a seguradora em um comunicado na terça-feira.

Nos nove meses encerrados em 30 de setembro, o lucro líquido da Chubb caiu 66%, para US$ 1,12 bilhão, em comparação com US$ 3,28 bilhões no mesmo período do ano passado. O índice combinado ficou em 98,9%, em comparação com 89,9% nos primeiros nove meses de 2019.

O bom desempenho foi justificado pelo ambiente de preços de seguros de danos e responsabilidades no terceiro trimestre, disse o presidente e CEO Evan G. Greenberg aos analistas nesta quarta-feira, depois que a seguradora relatou maior lucro e crescimento no prêmio líquido emitido. Os aumentos das taxas foram em média de 15% em seguros comerciais na América do Norte e 16% nas operações de seguro geral internacional da seguradora.

O trimestre foi marcado pelo contínuo endurecimento do mercado de seguros, uma economia lutando para se reabrir globalmente e um período muito ativo para catástrofes, disse Greenberg durante a teleconferência, relata o portal Business Insurance.

As perdas líquidas com catástrofes foram de US$ 797 milhões após os impostos, em comparação com US$ 191 milhões no mesmo período do ano anterior. As principais perdas foram creditadas a riscos climáticos severos em todo o mundo e aos incêndios florestais na Califórnia.

O índice combinado chegou a 95,2% de 90,2% no terceiro trimestre do ano anterior, disse a Chubb. No entanto, não houve nenhuma mudança nas perdas agregadas do COVID-19 relatadas anteriormente em 30 de junho, disse a seguradora. A Chubb rastreou mais de 40 eventos de catástrofe separados globalmente no terceiro trimestre, uma frequência muito alta, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos emitidos no terceiro trimestre totalizaram US$ 9,08 bilhões, um aumento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os prêmios líquidos emitidos de danos e responsabilidades foram de US$ 8,47 bilhões, um aumento de 5,7%.

Nas operações de seguros gerais internacionais da Chubb, as taxas subiram 15% no varejo internacional e 32% no atacado de Londres, disse ele. Estamos em um mercado difícil para propriedades comerciais, dependendo de onde você está no mundo, disse Greenberg.

Greenberg se recusou a comentar sobre fusões e aquisições em resposta à pergunta de um analista durante a chamada citando a decisão recentemente anunciada da AIG de cindir seu negócio de seguro de vida. Não comento sobre M&A e o apetite da Chubb e se estamos considerando isso ou aquilo, disse Greenberg.

Eletrobras e reforma do setor elétrico: o que CEOs esperam no pós-covid

Em meio a dúvidas acerca da privatização da gigante estatal neste ano, executivos falam sobre os próximos passos para a modernização do sistema brasileiro.

Ricardo Botelho (Energisa), Ítalo Freitas (AES), Miguel Setas (EDP) e Gustavo Estrella (CPFL): expectativas para reforma do setor

O ano de 2020 foi praticamente perdido para as elétricas que, além de amargar prejuízos decorrentes da pandemia, viram o pacote de modernização do setor ser esquecido em meio à avalanche de problemas na economia. A partir de agora, porém, a expectativa é que o governo retome a agenda de reforma do setor, incluindo a privatização da Eletrobras, afirmam presidentes de empresas de energia ouvidos pela EXAME.

A privatização, ou capitalização, da estatal é vista como uma das prioridades do governo para aliviar as contas públicas, entretanto, o que era para sair neste ano pode acabar ficando para 2021. No domingo, o jornal O Globo afirmou que o ministro da Economia Paulo Guedes teria dito a interlocutores que a privatização da Eletrobras já está acertada no âmbito do Senado. O entrave estaria somente na Câmara dos Deputados.

Com a notícia, as ações da estatal chegaram a liderar a alta da B3 na manhã desta segunda-feira, 26, e encerraram o pregão com 1,2% de alta.

Para executivos ouvidos pela EXAME, a privatização da Eletrobras é um passo inevitável para a modernização do setor.

Na visão de Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, a privatização da Eletrobras é uma tendência do setor elétrico contemporâneo. O plano vai no sentido correto e é bem-vindo. Seja privatização ou parceria público-privada, estes modelos de gestão são mais eficientes. Trata-se de uma evolução positiva.

Segundo o executivo, a grande discussão reside em torno do modelo de privatização da estatal brasileira. A Eletrobras tem atividades em setores considerados estratégicos, que envolvem até soberania nacional, onde o Estado vai querer manter ingerência. O segredo será o equilíbrio entre a presença do Estado e da iniciativa privada.

Gustavo Estrella, presidente da CPFL Energia, reforça que a estatal é um importante player do setor e, ao longo das décadas, exerceu um papel relevante de fomentar investimentos na área. Com a privatização da empresa, teremos mais agentes com condições de investir no setor. A própria Eletrobras vai ter mais capacidade de investir.

Para Ítalo Freitas, presidente da AES Brasil, embora o plano de privatização ainda não esteja definido, é de responsabilidade do regulador garantir um processo justo. O governo tem várias opções para realizar a privatização da Eletrobras, não vejo grande problemas para isso.

Ricardo Botelho, presidente da Energisa, alerta que a discussão para privatizar a Eletrobras tem que ir além do ajuste fiscal. Essa é uma das maiores oportunidades do setor, mas precisa ser um componente para melhorar o ambiente de negócios. Não se pode trocar o monopólio estatal pelo privado.

Uma das apostas de agentes do setor para a privatização da Eletrobras é a venda fatiada da companhia, que tem 48 usinas hidrelétricas, 12 termelétricas, 2 termonucleares, 62 usinas eólicas e uma solar, e é responsável por mais de 30% da capacidade instalada do país. No entanto, o modelo segue indefinido.

Modernização do setor

Com a pandemia, as discussões acerca dos projetos de lei que tratam da modernização do setor elétrico ficaram de lado. Para as empresas, é de suma importância que o governo retome essa agenda, uma vez que a indústria já vem se preparando para as mudanças que devem acontecer nos próximos anos.

A mais importante, segundo os executivos, é a liberalização do mercado. Ou seja: abertura gradual com a diminuição das barreiras para que consumidores de menor porte possam negociar contratos diretamente com as geradoras, dinâmica que já acontece no chamado mercado livre de energia. Hoje, apenas grandes consumidores (como indústrias, por exemplo) podem fazer isso.

Outro passo fundamental é a digitalização das empresas, processo que foi acelerado pela covid-19 e que deve ser fundamental para a reforma do setor. Com a pandemia, tivemos que digitalizar as atividades e processos mais rapidamente, diz Setas.

Estrella explica que a automação de rede, com medição inteligente, faz parte desse processo, que será um grande desafio das empresas daqui para frente. Teremos que trocar os medidores para ter uma medição remota e online, mas para isso é preciso regulação, o que deverá ser definido no âmbito da reforma do setor.

Freitas ressalta que, hoje, apenas 10% dos consumidores têm medidores inteligentes. Para termos uma onda de migração para o ambiente livre, com mais geração por fontes renováveis, precisamos ter um mercado mais automatizado.

Esperava-se que projetos de lei referentes à modernização do setor elétrico fossem apreciados ainda neste ano, mas com a pandemia acabaram sendo adiados. Para os executivos das empresas elétricas, o governo precisa retomar essa agenda, que inclui temas relevantes como o fim dos subsídios na conta de luz e a questão da contratação de lastro de energia pelas distribuidoras.

Quando houver uma abertura do mercado, o consumidor vai querer preço competitivo e facilidades. Para isso, é preciso que haja uma reforma profunda no setor, diz Freitas.

Para Estrella, o mundo passa por uma grande transformação e no setor elétrico não é diferente. Os hábitos de consumo estão mudando, com novas tecnologias chegando. A regulação do setor precisa ser adaptada para receber essas mudanças.

Segundo o presidente da EDP, à medida que o mercado de energia passar por uma abertura maior, os clientes poderão escolher de quem vão consumir. A liberdade de escolha é fundamental para o consumidor do século XXI. É uma resposta à demanda da sociedade, diz Setas.

Fonte: Exame Negócios

TI assume função cada vez mais estratégica

Fundamental para possibilitar a contratação ou a renovação do seguro.

Fonte: Monitor Mercantil

Em um mundo cada vez mais digitalizado, as seguradoras devem seguir as mesmas tendências para garantir agilidade e eficiência nos seus processos. A afirmação é do diretor de TI da Delphos, Nei Ogawa, para quem a TI é fundamental para possibilitar a contratação ou a renovação do seguro, a abertura de sinistros, o encaminhamento de vistorias, o preenchimento de Declarações Pessoais de Saúde, e a tudo mais que precise ser executado de forma prática, rápida e integrada, visando reduzir tempo e custos.

Ogawa acrescenta que as seguradoras já utilizam recursos de Big Data e Inteligência Artificial na prospecção de novos clientes, explorando as informações públicas disponíveis em mídias sociais e sites na internet, que ajudam a traçar o perfil de clientes em potencial. Essa ação é extremamente relevante porque, a partir dessas informações, é possível criar e ofertar produtos direcionados para um nicho de mercado, um público ou uma necessidade específica.

A TI também viabiliza a elaboração de Dashboards em tempo real, para avaliar a performance das vendas e definir estratégia de marketing para atingir um público ou uma região que necessita dar maior visibilidade para a seguradora. Este recurso possibilita, também, o acompanhamento da situação financeira da seguradora, incluindo informações de faturamento, pagamento de sinistros, despesas e qualquer outro dado contábil-financeiro da empresa, mantendo o foco das ações estratégicas, observa o executivo.

Ele destaca ainda que a disponibilização dos recursos somente é possível com forte atuação da TI na implementação das tecnologias e, principalmente, com muita proximidade com as área de negócios das seguradoras.

Inovação

Atenta a esse contexto, a Delphos investe forte em TI. O objetivo é oferecer às seguradoras e clientes a melhor experiência para os usuários. Um dos destaques é o sistema SinDelphos (Portal de Sinistros), que disponibiliza para a seguradora e estipulantes todo o ciclo de vida de um processo de sinistro, do pedido de abertura à indenização, mostrando etapas, apresentando relatórios e gráficos, controlando todos os sinistros abertos e encerrados.

Já o ÁpiDelphos (Portal DPS e LDS), utilizado no preenchimento eletrônico de Declaração Pessoal de Saúde, aboliu o tradicional documento em papel, possibilitando a automação de uma série de processos (aprovação automática, encaminhamento para o médico, tratamento pelo subscritor do risco, etc.). Este sistema também viabiliza a inserção do Laudo de Avaliação de um imóvel, que será utilizado para a análise do risco do bem a ser segurado. A solução é parametrizável para se adequar às políticas de regulação de sinistros de cada seguradora.

Outro sistema oferecido é o SvrDelphos (Sistema de Vistoria Remota), que possibilita que o próprio segurado efetue a vistoria do bem imóvel, utilizando o aplicativo no seu aparelho celular, enviando fotos do local e dos documentos necessários e interagindo com o engenheiro durante o processo de vistoria. Este recurso reduz a necessidade do envio do perito ao local, economizando tempo e custos com deslocamentos.

Há também o VinDelphos (BI para Visão de Negócios), poderosa ferramenta de acompanhamento e controle para a seguradora, possuindo uma interface interativa e intuitiva, podendo ser utilizado por qualquer usuário, mesmo aquele que tem pouca ou nenhuma familiaridade com tecnologia. Essa solução apresenta gráficos e relatórios conforme a necessidade do usuário, sem depender da área de TI das seguradoras.

Ogawa cita ainda o SajDelphos (Gestão de Ações Judiciais), sistema que viabiliza o acompanhamento de todo o ciclo de vida de um processo judicializado, incluindo rotinas administrativas, técnico-jurídicas e informações gerenciais, utilizando relatórios estruturados e auditorias de processos para identificar indícios de fraude.

O diretor da Delphos explica ainda que, anteriormente ao surgimento dos ERP (Enterprise Resource Planning) os sistemas eram desenvolvidos de forma independente para cada parte do negócio. Assim, existia um sistema para tratar do faturamento dos prêmios, outro para os sinistros, um terceiro para questões corporativas (Contabilidade, RH, Jurídico, Controladoria, etc...). As integrações eram feitas de forma manual ou através de troca de arquivos, cujos processos, além de apresentarem um alto risco de falhas na transcrição das informações, ainda eram apresentadas com defasagem, comprometendo os SLAs. As informações sobre o andamento dos processos de sinistros poderiam levar dias ou semanas para chegar aos clientes, e os pagamentos dos sinistros poderiam se refletir na contabilidade somente após semanas. O resultado era a insatisfação geral, podendo levar a colapsos financeiros, diz Ogawa.

Os ERP’s surgiram, então, para quebrar o paradigma dos sistemas independentes, possibilitando a gestão integrada dos processos de uma empresa. As transações podem ser sensibilizadas em todos os processos simultaneamente. No momento do aceite de uma proposta pelo cliente, o sistema já está habilitado para efetuar a cobrança do prêmio, que efetua o lançamento contábil e estará apto a abrir um sinistro em tempo real.

A Delphos disponibiliza para o mercado segurador o ERP SegDelphos, capaz de atender à todas as necessidades das seguradoras, de forma totalmente integrada. O sistema contempla os módulos de Atendimento (Call Center), Comissões, Contábil, Cosseguro e Resseguro, Emissão, Financeiro e Sinistros, além de recursos que facilitam a configuração das linhas de negócios da seguradora, e o acompanhamento e seguimento das normas legais da Susep e das melhores práticas de segurança e confiabilidade.

Selic: BC tranquiliza mercado sobre perspectivas de longo prazo, mas inflação e fiscal preocupam

Em live do InfoMoney, economistas dizem que tom do comunicado do BC foi mais dovish, e destacam que Selic só deve subir na segunda metade de 2021

Fonte: InfoMoney

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve nesta quarta-feira (28) a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 2% ao ano, seu menor patamar histórico. O comunicado da decisão tranquilizou os economistas em relação ao chamado forward guidance, as expectativas de longo prazo da autoridade, mas seguem as preocupações em relação ao quadro fiscal do país e a inflação.

O mercado precisa dessa previsibilidade, o investidor, o empresariado, de que as taxas [de juros] vão continuar baixas. Só que infelizmente por conta desse ruído fiscal todo o investidor ainda fica um pouco receoso de tomar segurança em relação ao forward guidance do BC, disse Patrícia Braga, estrategista da MAG Investimentos.

Ruído fiscal a gente tem direto, e isso é péssimo. Depois que o governo resolveu postergar a notícia sobre a criação do novo programa [de ajuda financeira que substituiria o Bolsa Família] para depois das eleições, a gente viu um período de calmaria, mas não de paz porque a gente sabe que o tempo é curto para voltarem a esses assuntos depois das eleições, completou Patrícia em live do InfoMoney (assista acima).

Segundo a economista a grande questão é que há dois cenários: o primeiro é que sim o quadro fiscal brasileiro sofreu neste ano por causa da pandemia de coronavírus, mas há a intenção de retomar a austeridade em 2021, e o segundo seria de o quadro geopolítico piorar e forçar o país a sangrar ainda mais o lado fiscal em 2021 por uma eventual segunda onda de Covid-19 que derrubaria a atividade global por mais tempo.

Também participou da live do InfoMoney o economista-chefe da Gauss Capital, Guilherme Attuy, que disse esperar inflação um pouco mais pressionada que a projeção do Banco Central para 2021 e 2022, mas que continua com a perspectiva de aumento da Selic somente e meados do ano que vem, de forma bastante gradual, terminando dezembro de 2021 em 2,5% ao ano.

Estamos em patamares muito baixos [de juros]. Ainda que o BC não eliminou a possibilidade de novo corte lá na frente se as condições se alterarem, mantido o contexto atual, faz sentido manter a taxa de juros em 2% ao ano, mas começar a subir ao longo de 2021. (…) Nosso cenário é de que o fiscal tende a ser mantido, o teto pode ser questionado, mas será mantido, disse.

Teto de gastos

Para Alberto Ramos, economista do Goldman Sachs, o comunicado do BC pós-reunião é, no geral, mais dovish do que o esperado. Ele destacou em nota que o Copom preservou o forward guidance apresentado na reunião de 5 de agosto. Ou seja, o Copom não pretende reduzir o estímulo monetário desde que atendidas condições específicas, e o Copom julga que essas condições continuam se mantendo.

São elas: as expectativas de inflação abaixo da meta no cenário base, o atual regime fiscal, que não foi alterado, e as expectativas de inflação de longo prazo, que devem permanecer bem ancoradas. Vale ressaltar que, apesar da crescente apreensão do mercado com a dinâmica fiscal de curto e médio prazos, os riscos para a principal âncora fiscal (teto de gastos), o progresso lento nas principais reformas fiscais no Congresso e as pressões de financiamento do Tesouro Federal, o Copom segue afirmando que o atual regime fiscal não mudou. Mas também poderia ter reconhecido que o risco para o regime fiscal está aumentando, avaliou o economista.

Ramos espera que o Copom deixe a taxa Selic inalterada em 2% até o segundo semestre de 2021 e, então, siga uma trajetória de normalização gradual. No entanto, ele citou o risco de um início do ciclo de normalização monetária mais cedo do que sua projeção, dado o atual nível excepcionalmente baixo de taxas nominais e reais e o fato de que, embora bem ancorada, a inflação está frequentemente sujeita a grandes choques idiossincráticos que podem mudar rapidamente a perspectiva do BC.

Além disso, questões não resolvidas sobre a sustentabilidade fiscal de médio prazo, dinâmica/volatilidade do mercado de câmbio e fluxos da conta de capital, e amplas considerações sobre gestão de risco financeiro poderiam levar o Copom, em nome da prudência, a remover parte do atual nível excepcional de acomodação monetária mais rapidamente, completou.

Pesquisa da XP Investimentos com 95 investidores institucionais realizada após a divulgação da decisão do Copom nesta quarta-feira mostrou que para 83% dos respondentes o comunicado do BC foi dovish. Para 34%, o BC só vai começar a subir a Selic no terceiro trimestre de 2021 (na pesquisa anterior eram 26%).

EVENTO DARYUS / INSCRIÇÃO GRATUITA

IMPORTANTE: GESTÃO DE CRISE E CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

29/10 acontecerá a 8ª edição do DRIDAY Latin America, um evento para discutir Gestão de Crise e Continuidade de Negócios, temas em destaque em 2020 por conta da crise pandêmica.

Confira o vídeo do Jeferson D´Addario no qual ele fala sobre o evento e comenta sobre essa oportunidade exclusiva: http://dary.us/convite-dri-jeferson-daddario  

É GRATUITO e já superamos mais de 500 inscritos, não perca essa chance.

Palestrantes renomados e com muita experiência estão confirmados, e irão te ajudar a entender e aprender sobre esse assunto tão importante. Confira a programação:

Liderança em tempos de crise: a revolução da indústria / Chloe Demrovsky, Presidente do DRI Internacional 

Resiliência corporativa: o que esperar do futuro? / Karol Cordero, Diretora de Recursos Globais no DRI International

Os nossos planos estavam certos em um cenário de crise real? / Camila Ishikawa, Latin America WBCM Leader do DRI Foundation / Letícia Cecchin, Business Continuity Manager no Itaú Unibanco / Márcia Mascari, Superintendente de Continuidade de Negócios na B3

Como a Gestão de Crise pode ser uma oportunidade negócios / Gerson Cestaroli - Gerente de Segurança e Riscos da SYNCREON

Transformando riscos em competitividade de negócio / Jeferson D'Addario, CEO Grupo Daryus / Keila Forti, Gestão de Continuidade de Negócios e Processos Corporativos na SulAmérica

WBCM: como a comunidade mudou o cenário quando o assunto é BCM / Patrícia Teixeira, Diretora da WePlanBefore - Gestão de Crise / Selma Coutinho, Diretora de Security Operations e BCM – Ericsson 

A "nova realidade" e o papel do profissional de BCM / Jeferson D'Addario, CEO Grupo Daryus

Apoiadores: DRI Institute, Exin Institute, HSI Institute, Sensr.IT e John Richard / Patrocinador: Alerta de Crise

Ajude a fazer o DRIDAY maior! Convide mais pessoas que desejam aprender sobre Gestão de Crise e Continuidade de Negócios. Esta é uma oportunidade única com INSCRIÇÃO GRATUITA, convide e compartilhe o esse evento!

Site do evento http://dary.us/dri-day / Link de inscrição do Sympla https://dary.us/DRIDAY_2020

Data 29 de OUTUBRO    Horário: 15h45 às 21h30

Oportunidade no Mercado de Trabalho

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Empresa contratante: CPFL PAULISTA / Uma empresa do Grupo CPFL

Acreditamos que nossa força vem da colaboração entre as pessoas. Inovamos para oferecer as melhores soluções aos nossos clientes. Nos dedicamos à entrega de resultados e à busca contínua da excelência. Somos íntegros e responsáveis em tudo o que fazemos para gerar valor de forma sustentável. E para nós da CPFL a segurança é um compromisso inegociável!

Se você acredita que pode fazer a diferença para os nossos negócios e compartilha dos nossos valores, traga sua energia para cá!

Principais Atividades:

Conhecer com detalhes as apólices contratadas e dar suporte as áreas internas;

Contatar as áreas internas e Seguradoras com relação as movimentações pertinentes às apólices;

Garantir que os controles internos da área estejam devidamente atualizados;

Auxiliar no monitoramento de empresas do setor e mercado local e internacional de seguros, buscando informações sobre sinistralidade que possam afetar os prêmios pagos para cobertura de riscos;

Emitir e acompanhar a emissão e a disponibilidade de seguro-garantia para participação da CPFL em leilões;

Levantar junto as áreas internas documentos para as seguradoras contratadas em

processos de regulação de sinistros ocorridos;     

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Necessário Superior em Engenheira ou Administração de Empresas ou Ciências Contábeis ou Economia;

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Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/10/edicao-259/

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_160

Revista Seguro Total: https://revistasegurototal.com.br/2020/10/12/seguro-e-mais-velho-do-que-se-imagina/

Revista Cobertura: https://www.revistacobertura.com.br/2020/09/25/edicao-224/

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