Setor de seguros acumula ligeira queda de 0,3% até setembro, para R$ 198 bi

04, Nov. 2020

Setor de seguros acumula ligeira queda de 0,3% até setembro, para R$ 198 bi

Fonte: Sonho Seguro

Seguros cibernéticos apresentam, no acumulado de janeiro a setembro de 2020, alta de 72%, para R$ 26,61 milhões, segundo dados da Susep

As receitas dos segmentos supervisionados pela Susep totalizaram R$ 24,34 bilhões em setembro de 2020. No acumulado de 2020, o patamar de receitas de R$ 198,07 bilhões está apenas 0,3% abaixo de 2019. Os produtos de capitalização foram destaque em setembro, com alta de 9,7% no comparativo com agosto. Já no comparativo com setembro de 2019, o crescimento foi de 16,4%.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 21,05 bilhões em setembro de 2020. No acumulado do ano são R$ 171,71 bilhões.

O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios acumulados de R$ 114,07 bilhões até setembro, uma redução de 0,6% em relação ao mesmo período de 2019. Nos seguros de pessoas, como pode ser observado na tabela 1, a alta foi de 8,9% no comparativo com setembro de 2019. Destaque para os seguros de vida, que no acumulado até setembro cresceu 11,7% em relação ao mesmo período de 2019.

Nos seguros de danos o acumulado até setembro 2020 apresenta alta de 1,3% em comparação com 2019, com crescimento nas receitas de quase todos os segmentos. São exceções os segmentos automóvel (-4,1%), transporte (-7,4%) e garantia estendida (-15,5%).

Nos seguros de pessoas, desconsideradas as receitas com VGBL, a alta é de 3,2% em relação a 2019. Enquanto nos seguros de danos a alta é de 6,1%, desconsideradas as receitas de seguro auto. Este crescimento no acumulado dos seguros de danos, excluindo auto, representa um aumento real de 3%, considerando o IPCA no mesmo período. O resultado acumulado até o momento denota expectativa para 2020 de um crescimento do volume de prêmios verificado em 2019.

Riscos Cibernéticos / Os seguros de riscos cibernéticos apresentam, no acumulado de janeiro a setembro de 2020, um total de R$ 26,61 milhões em receitas, o que representa 72,5% de alta em relação ao mesmo período de 2019, quando os prêmios diretos somaram R$ 15,42 milhões.

Previdência / Nos produtos de previdência, observa-se uma alta de 0,3% na receita, em comparação ao mês anterior. Quando comparado com setembro de 2019, o segmento apresentou um aumento de 1,0%. O acumulado do ano, ainda registra uma queda de 3,0% nas contribuições, quando comparado com 2019. O PGBL, em 2020, um crescimento de 1,1% no acumulado até setembro, em relação ao mesmo período de 2019. A Previdência Tradicional, no acumulado das receitas, até setembro de 2020, observa-se uma diminuição 12,8%, em comparação ao mesmo período de 2019. Apesar da queda, a previdência tradicional apresenta sinais de recuperação uma vez que em agosto a diferença era 13,8%.

Conhecer Seguros lança cursos inéditos de práticas de subscrição de riscos

Fonte: Conhecer Seguros

Empresa de treinamentos com foco em seguros e gestão, a Conhecer Seguros lança a série Cursos de Práticas de Subscrição em sua plataforma nesta quarta-feira (04/11), todos na modalidade online ao vivo. A série tem a coordenação acadêmica do professor e diretor da Conhecer Seguros, Walter Polido. O primeiro curso será sobre o Seguro de Responsabilidade Civil / Produtos e Operações Completadas.

A subscrição (ou underwriting, como é conhecido internacionalmente), representa o elemento fundamental da operação securitária. O objetivo dos cursos é demonstrar, manuseando de forma bastante prática, as técnicas utilizadas no processo de aceitação e (ou) recusa de propostas de seguros, em diferentes ramos. Os professores trabalharão com estudos de casos.

As inscrições nos cursos podem ser feitas diretamente no site da Conhecer Seguros, onde também podem ser encontradas informações adicionais sobre cada um deles.

Segundo o professor Walter Polido, o aprimoramento técnico no País é fundamental. A liberdade na estipulação das bases contratuais atribuída às seguradoras reflete no fato de que a aceitação de riscos deve passar por necessário aprimoramento técnico no Brasil, cujo processo é mandatório e todos os players devem se adaptar, urgentemente.

Com os retornos das aplicações financeiras em patamares modestos, a melhoria do resultado operacional das seguradoras é imperativo para balancear o desempenho financeiro de modo geral. Para Polido, o processo de subscrição de riscos sob bases técnicas eficientes, constitui a única ferramenta para a obtenção de melhores resultados operacionais. Os profissionais que atuam na área de subscrição devem estar preparados para essa nova fase. Aqueles que detiverem apenas conceitos generalistas, sem especialização adequada, serão considerados inaptos dentro do novo modelo de mercado e de suas exigências modernizadoras. Os subscritores precisam conhecer os fundamentos dos seguros com os quais atuam. A importância do perfeito conhecimento da técnica é preponderante, tornando esse capital pessoal uma ferramenta estratégica e de competitividade.

Além do Curso de Práticas de Subscrição / Seguro de RC / Produtos e Operações Completadas, outros cursos já foram desenvolvidos pelos docentes da Conhecer Seguros e, em breve, serão ofertados ao mercado: Seguros de Propriedades / Grandes Riscos, Seguro de Responsabilidade Civil Profissional / Profissionais de Saúde, Seguros do Agronegócio, Seguro de Riscos de Engenharia, Seguros de Riscos Ambientais, Seguros de Vida e Seguro de RC Operações Industriais e(ou) Comerciais e Empresas Concessionárias de Serviços Públicos / infraestrutura.

Momento da virada para o seguro garantia

Fonte: SindsegSP

O vice-presidente da Junto Seguros, Roque de Holanda Melo, prevê retomada do crescimento das vendas do seguro garantia. Afetadas por riscos na modalidade judicial que foram emitidos em 2019 e cancelados após agosto, porém ainda dentro do mesmo ano, as vendas do seguro garantia apresentaram queda de 8% no período de janeiro a agosto, ante o mesmo período de 2019. Para o restante do ano, a previsão é de que o crescimento se mantenha, graças principalmente aos elevados níveis de demanda do seguro judicial. Segue a entrevista na íntegra:

Como estão se comportando as vendas do seguro garantia em meio à pandemia do novo coronavírus?

De acordo com os dados oficiais da SUSEP, comparando janeiro a agosto, em 2020 o seguro garantia vem sofrendo uma queda de aproximadamente 8% no volume de negócios. Não obstante, atribuo essa queda a expressivos riscos na modalidade judicial que foram emitidos em 2019 e cancelados após agosto, porém ainda dentro do mesmo ano. Nesse sentido, entendo que a partir de setembro do corrente ano os números da SUSEP já apontem para um crescimento do segmento em 2020, mesmo considerando o surto de coronavírus. Tal fato, naturalmente, evidencia a estabilidade e mesmo crescimento do setor, em um momento de tanta instabilidade e incerteza global. E o constante crescimento do produto deve ser creditado à alta concentração do seguro garantia na modalidade judicial. Sim, o seguro garantia judicial continua sendo a “mola propulsora” do seguro garantia, representando mais de 90% da carteira deste produto.

Quais são as expectativas em relação à comercialização desse produto neste ano?

As expectativas continuam muito positivas, especialmente porque a demanda pelo seguro garantia judicial permanece alta. Aliam-se a esse fato: o constante aumento da base de clientes, visto que mais e mais empresas estão se dando conta das vantagens que o produto proporciona quando comparado com outras formas de garantia; as recentes alterações normativas, especialmente o Ato Conjunto nº 1 do TST.CSJT.CGJT, de 29 de maio de 2020, que “altera os arts. 7º, 8º e 12 do Ato Conjunto n. 1/TST.CSJT.CGJT, de 16 de outubro de 2019, que dispõe sobre o uso do seguro garantia judicial e da fiança bancária em substituição a depósito recursal e para garantia da execução trabalhista; e ainda, as constantes decisões judiciais que ratificarem o seguro garantia judicial como forma de caução processual idônea em qualquer processo judicial, seja cível, trabalhista ou tributário. Esses fatores nos fazem crer que o seguro garantia terá mais um ano positivo, fechando 2020 com crescimento quando comparado a 2019.

Quais são as expectativas em relação ao seguro garantia para os próximos anos, considerando-se que o governo federal se prepara para retomar as concessões de vários projetos de infraestrutura?

As expectativas são as melhores possíveis. O mercado vem acompanhando de perto os movimentos do governo e está absolutamente preparado para absorver a demanda por garantia decorrente dos projetos de infraestrutura. Esse fato, aliás, poderá representar não apenas um crescimento ainda mais expressivo do garantia nos próximos anos, mas oferecerá condições para que o mercado tenha um maior equilíbrio na carteira, de modo a pulverizar os riscos em outras modalidades para além do seguro garantia judicial.

XP mira liderança no setor de seguros

Fonte: CQCS

A XP Seguros, braço da XP especializado em previdência privada complementar, superou, no mês de outubro a marca de 10 bilhões de reais em recursos sob gestão, se beneficiando da migração de recursos por meio da portabilidade. Ao mesmo tempo, a empresa persegue a meta de ser líder desse mercado em 2023, informou matéria publicada pelo portal Terra nesta terça-feira, 27.

Roberto Teixeira, presidente da XP Seguros afirma que essa evolução é um reflexo da grande procura dos clientes por produtos que ofereçam melhor rentabilidade no longo prazo, a exemplo do que já ocorria em fundos de investimentos, e que sejam mais flexíveis.

Utilizando dados emitidos pela Susep, a XP afirma que foi o alvo da busca de 60% dos recursos que mudaram de administradora nos primeiros oito meses de 2020 e isso aconteceu mesmo com um ambiente com uma volatilidade tão grande. 

Com cerca de 80 fundos, a XP Seguros tem 54% dos ativos aplicados em fundos multimercado ou em ações. Em agosto, tornou a oitava maior do país em ativos e está deslanchando planos para desafiar mais frontalmente as grandes instituições financeiras em outras arenas. A de previdência complementar tem 91% dos ativos concentrados nos 5 maiores bancos do país.

E com a velocidade do mercado perdendo fôlego num país em recessão, a movimentação entre os rivais no setor tende a se dar por um bolo de recursos menor do que o se previa. Pelos dados da Fenaprevi, a captação líquida no ano até agosto foi 23% menor do que em igual período de 2019.

Para Teixeira, que lidera a XP Seguros há um ano e meio, além da busca por rentabilidade, o público do mercado previdência complementar tem buscado mais diversificação, como a possibilidade de investir em ativos no exterior, menores custos de administração e soluções digitais.

Com a intenção de atingir esse mercado, a XP Seguros começou a fazer portabilidade online de fundos e planeja ampliar a oferta de serviços após integrar a seguradora ao banco, ainda neste mês, os planos de previdência passarão a ser oferecidos diretamente no portal da XP Investimentos.

A próxima etapa do plano da seguradora é entrar no segmento corporativo, segmento quase totalmente dominado pelos bancos. Vamos entrar em previdência corporativa no segundo trimestre de 2021, disse Teixeira.

Plano de saúde que descumpriu decisão não poderá substituir penhora por seguro garantia

Magistrada considerou que a operadora, ao não fornecer tratamento determinado, não estava tendo o mínimo respeito com seus consumidores.

Um plano de saúde que não forneceu o tratamento no período indicado em sentença e sofreu bloqueio do valor, não conseguiu substituir a penhora por seguro garantia. Ao decidir, a juíza de Direito Julieta Maria Passeri de Souza, da 4ª vara Cível de Franca/SP, considerou que a operadora de plano de saúde não estava tendo o mínimo respeito com seus consumidores.

O consumidor pediu tratamento médico para dermatite atópica grave, doença considerada rara e incurável que provoca um processo crônico e agudo de inflamação na pele, que causa coceira, manchas avermelhadas, bolhas, descamação e feridas por todo o corpo.

A operadora de plano de saúde não forneceu o tratamento no período indicado em sentença, então, foi cobrado o valor da multa para garantir o tratamento. Após ter sofrido o bloqueio do valor, o plano de saúde requereu a substituição do valor penhorado por um seguro garantia judicial.

Ao analisar o caso, a juíza observou que o débito se trata de multa diária, com conotação coercitiva, e não indenizatória, o que tem como objetivo forçar o cumprimento da obrigação de fazer determinada em decisão judicial de modo mais rápido e adequado.

A magistrada ressaltou que o plano de saúde sempre descumpre decisões judiciais, não só nesse caso, mas em muitos outros processos que tramitam na vara Cível.

Por óbvio, causa inúmeros prejuízos àqueles que consigo, infelizmente, contrataram plano de saúde. Trata-se de urgência, porque ninguém procura atendimento hospitalar e/ou médico desnecessariamente. A ré não tem o mínimo de respeito com seus consumidores.

A juíza ainda ressaltou que o plano é obrigado a cumprir suas obrigações contratuais, mas prefere se manter inerte e usar expedientes escusos para postergar o que já deveria ter cumprido há muito tempo.

Assim, considerou incabível a concessão do pedido de substituição de penhora.

Fonte: Redação do Migalhas

Trump declara vitória com apuração em curso, denuncia fraude e diz que vai à Suprema Corte

Isso é uma fraude contra o público americano. Isso é um constrangimento para nosso país, disse o presidente americano

Fonte: ANSA Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ignorou o fato de a apuração ainda estar em curso e, durante discurso na Casa Branca, disse que venceu a eleição de 2020.

O republicano lidera nos estados-chave que devem decidir a disputa (Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin), mas a contagem dos votos caminha a passos lentos devido à grande quantidade de cédulas enviadas antecipadamente, que tendem a beneficiar o democrata Joe Biden.

Isso é uma fraude contra o público americano. Isso é um constrangimento para nosso país. Estávamos prontos para vencer essa eleição. Francamente, nós vencemos essa eleição, declarou Trump, recebendo aplausos de seus convidados. Isso é uma grande fraude em nossa nação, acrescentou.

Trump prometeu acionar a Suprema Corte, agora com sólida maioria conservadora, para impedir uma suposta contagem de votos entregues depois do fechamento das urnas.

Durante os últimos meses de campanha, o presidente lançou dúvidas sobre a lisura do processo eleitoral nos EUA em diversas ocasiões, especialmente após o Partido Democrata começar a insistir no voto antecipado devido à pandemia do novo coronavírus.

Trump nunca apresentou provas de suas acusações.

Patentes premiadas da China puxam economia

Impulsionar o desenvolvimento de alta qualidade da propriedade intelectual.

Fonte: Monitor Mercantil

As patentes premiadas da China geraram enormes benefícios econômicos, impulsionando o desenvolvimento de alta qualidade da propriedade intelectual, disse a Administração Nacional de Propriedade Intelectual (Anpi) do país.

Até o final de 2018, projetos relacionados aos 40 maiores vencedores do 21º Prêmio de Patentes da China tinham criado 660 bilhões de iuanes (US$ 98,7 bilhões) de receita de vendas, 62,9 bilhões de iuanes em lucro e 136,3 bilhões de iuanes em exportações, disse Lei Xiaoyun, funcionário da ANPI em uma coletiva de imprensa em Beijing.

Um total de 30 patentes de invenção e 10 patentes de design ganharam os prêmios de ouro do 21º Prêmio de Patentes da China, que é o principal prêmio do país para patentes, coorganizado desde 1989 pela ANPI e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

De acordo com Lei, a competição deste ano recebeu um recorde de 2.479 inscrições de patentes.

Das 766 patentes de invenção premiadas, 62% estão em indústrias emergentes estratégicas e 83% em indústrias intensivas em patentes, disse Lei, acrescentando que a maioria dos projetos de patentes premiados envolve indústrias-chave e tecnologias essenciais.

Energia Eólica: Gigante chinesa avança no Brasil

A fabricante chinesa de turbinas eólicas Goldwind fechou um novo contrato no Brasil, o que expande a presença local da companhia e sinaliza o apetite oriental por mais negócios no maior mercado de energia renovável da América Latina.

O acordo é o primeiro no país a envolver novas turbinas da série 4S, com capacidade na casa dos 4 megawatts por máquina, e foi assinado junto à elétrica CGN Energy, também de controle chinês, disseram as empresas à Reuters.

Com o movimento, a China amplia a participação na indústria de energia limpa do Brasil, onde já registra posição dominante no fornecimento de módulos para usinas de energia solar, mas pouca presença até o momento no segmento eólico.

Confirmamos a contratação da Goldwind para o fornecimento de 18 aerogeradores GW155, totalizando 82,8 megawatts de potência instalada, disse a CGN em nota, após questionamento da Reuters.

A CGN afirmou ainda que os equipamentos serão utilizados para expansão de seu complexo eólico Lagoa do Barro, no Piauí.

Já a Goldwind informou que a entrega das turbinas deve ter início em 2021 e que, com esse contrato, a empresa alcança a marca de quase 500 megawatts em capacidade negociada no Brasil.

A companhia havia anunciado no país, até agora, apenas acordos que envolveram reparos e trabalhos para retomada da operação de usinas com turbinas antigas, assinados junto à estatal Chesf, da Eletrobras, e à geradora Energimp.

A fabricante chinesa foi uma das que mais instalou novas turbinas eólicas no mundo em 2019, com a quarta posição em um ranking da consultoria WoodMackenzie, após ter obtido a vice-liderança global em 2018.

Mudanças recentes no mercado brasileiro, no entanto, devem favorecer negócios para novos fornecedores como os chineses, que nos últimos anos tiveram dificuldades para entrar no país, disse a diretora da consultoria Clean Energy Latin America (CELA), Camila Ramos.

Ela destacou que agora muitos projetos eólicos obtêm financiamentos no mercado privado de dívida, ao invés de apenas junto aos bancos de fomento BNDES e BNB, que têm exigências de conteúdo local em equipamentos, e que elétricas chinesas também têm avançado no Brasil, o que potencialmente favorece acordos com empresas orientais.

A viabilização de mais projetos de geração para atender à demanda de clientes no mercado livre de energia também é um fator positivo, uma vez que permite arranjos contratuais diferenciados que também podem favorecer a importação de equipamentos e uso de fontes alternativas de financiamento, acrescentou ela.

Uma solução de financiamento com banco chinês, por exemplo, não seria surpresa, afirmou. Sem dúvida acho que (o contrato da Goldwind) pode ser o primeiro de outros projetos que devemos ver em breve.

Além da CGN, que comprou turbinas da Goldwind, outras elétricas chinesas como China Three Gorges, State Grid e State Power Investment Corp também estão presentes no Brasil.

O vice-presidente da CGN no país, Gabriel Luaces, disse à Reuters que a chegada da nova turbina da Goldwind ao mercado brasileiro será benéfica para todo o setor, até dada a concentração atualmente existente na indústria.

Ele também disse que a empresa não terá como diretriz comprar apenas turbinas chinesas e que está em conversas com diversos fabricantes para seus próximos projetos.

Não existe nenhum tipo de preferência por se tratar de uma empresa chinesa, a Goldwind apresentou a melhor oferta comercial, considerando o cronograma de implementação que a CGN Brasil ambicionava para o empreendimento, explicou.

Definições sobre os contratos para os próximos projetos devem vir nos próximos meses, segundo o executivo.

A Goldwind já instalou mais de 60 gigawatts em turbinas eólicas pelo mundo, com ativos em 27 países e seis continentes. A empresa tem quase 9 mil funcionários e é líder no mercado eólico chinês.

A empresa também tem presença na Argentina, onde comprou cinco projetos eólicos em 2017, quatro deles atualmente em construção, segundo informações da companhia.

Fonte: Reuters

Senado aprova projeto que reduz autonomia do Banco Central

Remuneração de depósitos favorece ‘mercado’ e retira capacidade de exercer política monetária.

Fonte: Monitor Mercantil

O Senado aprovou o texto principal do projeto que autoriza o acolhimento de depósitos voluntários de instituições financeiras pelo Banco Central (PL 3.877/2020). A proposta significa uma tentativa de legalizar a doação de dinheiro público para bancos, através da remuneração de centenas de bilhões de reais, critica a coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli.

Segundo a especialista, a remuneração da sobra de caixa dos bancos tem sido feita mediante a utilização das chamadas operações compromissadas. Em agosto, o volume dessas operações, que se equiparam ao antigo overnight, atingiram R$ 1,6 trilhão, quase 23% do PIB, e geram falsa escassez de moeda na economia, empurrando os juros de mercado para os patamares altíssimos praticados no Brasil, analisa Fattorelli.

A justificação do referido PL 3877/2020 está repleta de erros, cabendo ressaltar que, ao contrário de servir para mitigar efeitos da crise econômica que vivemos desde 2014 no Brasil, a remuneração da sobra de caixa dos bancos foi a principal causa da fabricação dessa crise, como temos denunciado há anos, protesta a coordenador da Auditoria Cidadã.

O doutor em Economia pela UFRJ Gustavo Galvão também critica o projeto, mas tem uma visão diferente. Em artigo publicado pelo Monitor Mercantil, ele lembrou que o projeto não deve ser visto separadamente das propostas que visam a independência do Banco Central. Combinado com a independência do BC, esse projeto de lei pode levar à desobrigação de suprimento de liquidez ao sistema bancário sem lastro em títulos públicos. Isso seria o fim de qualquer possibilidade de efetiva soberania monetária, fiscal e cambial. Seríamos uma espécie de Grécia pós-crise do euro, submissa e colonizada, mesmo emitindo a própria moeda, alerta.

Se os depósitos voluntários dos bancos no Banco Central pagarem juros, como propõe o projeto, o mercado poderá migrar das [operações] compromissadas para os depósitos voluntários remunerados, aliás, como explicitamente pretendem os defensores do projeto.

Assim, quando o governo fizer algo que o ‘mercado’ e seu aliado, o Banco Central independente ou informalmente independente, não concordem, eles poderão deixar de comprar ou aceitar como garantia títulos do Tesouro sem custos, aumentando o spread entre os títulos do Tesouro e a nova taxa de referência do Banco Central (a taxa de depósito a prazo), dando uma indicação para a sociedade que a política do governo está errada, que os juros vão explodir por irresponsabilidade fiscal ou qualquer outra manipulação do tipo, explica Galvão.

Assim, obrigará rapidamente o governo a obedecer fielmente as ordens do ‘mercado’, sob risco de desestabilização dos mercados de títulos públicos, finaliza o doutor em Economia.


Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ogER33ww7qA&feature=youtu.be

GRTV Entrevista Presidente e Vice Presidente da ABGR

Webinar GRTV / Tema: Os Desafios da Gestão de Riscos

Oportunidade no Mercado de Trabalho

Analista de Seguros Corporativos Pleno

Empresa contratante: CPFL PAULISTA / Uma empresa do Grupo CPFL

Acreditamos que nossa força vem da colaboração entre as pessoas. Inovamos para oferecer as melhores soluções aos nossos clientes. Nos dedicamos à entrega de resultados e à busca contínua da excelência. Somos íntegros e responsáveis em tudo o que fazemos para gerar valor de forma sustentável. E para nós da CPFL a segurança é um compromisso inegociável!

Se você acredita que pode fazer a diferença para os nossos negócios e compartilha dos nossos valores, traga sua energia para cá!

Principais Atividades:

Conhecer com detalhes as apólices contratadas e dar suporte as áreas internas;

Contatar as áreas internas e Seguradoras com relação as movimentações pertinentes às apólices;

Garantir que os controles internos da área estejam devidamente atualizados;

Auxiliar no monitoramento de empresas do setor e mercado local e internacional de seguros, buscando informações sobre sinistralidade que possam afetar os prêmios pagos para cobertura de riscos;

Emitir e acompanhar a emissão e a disponibilidade de seguro-garantia para participação da CPFL em leilões;

Levantar junto as áreas internas documentos para as seguradoras contratadas em

processos de regulação de sinistros ocorridos;     

Controlar as informações de pagamentos e orçamento da área;

O que você precisa ter:

Necessário Superior em Engenheira ou Administração de Empresas ou Ciências Contábeis ou Economia;

Necessários conhecimentos sólidos Conhecimento em Resseguros e Seguros

Desejável Inglês Intermediário;

Desejável conhecimento e experiência no setor de energia;

Desejável conhecimento avançado em Excel (VBA);

O que oferecemos:

Vale Transporte / Vale Refeição / Assistência Médica / Assistência Odontológica / Auxilio creche (conforme regras de elegibilidade) / Seguro de Vida / PLR

Onde você vai atuar: Campinas/SP. / O Grupo CPFL Energia

Somos uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, com negócios em distribuição, geração, comercialização de energia elétrica e serviços. Atuamos de forma comprometida com a excelência operacional, nos aspectos econômico, socioambiental, saúde e segurança, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da comunidade. Queremos garantir um futuro melhor para colaboradores e clientes e para isso trabalhamos diariamente, de várias formas: com programas de conservação e uso eficiente da energia elétrica, redes inteligentes, mobilidade urbana elétrica e muito mais.

Respeitamos as diferenças e valorizamos a diversidade! Nossa motivação é oferecer o melhor às pessoas, dentro e fora da empresa, buscando relacionamento de longo prazo com cada profissional da nossa equipe. É por isso que para nossas vagas buscamos candidatos pela sua qualificação profissional, independentemente de raça, cor, religião, idade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, nacionalidade ou deficiência. Venha fazer parte da nossa equipe!

Detalhes da vaga

Nível de experiência: Pleno-sênior / Setor: Serviços públicos / Tipo de emprego: Tempo integral

Funções de trabalho: Gestão de projetos / Link para candidatura via Linkedin: https://www.linkedin.com/jobs/view/2203371259/?refId=1aMnQxdkS0e7guzxfjxMiA%3D%3D 

Seguem links para acesso às edições virtuais mais recentes das Revistas do Setor de Seguros:

Revista Apólice: https://www.revistaapolice.com.br/2020/10/edicao-259/

Revista Segurador Brasil: https://issuu.com/revistaseguradorbrasil/docs/segurador_160

Revista Seguro Total: https://revistasegurototal.com.br/2020/10/12/seguro-e-mais-velho-do-que-se-imagina/

Revista Cobertura: https://www.revistacobertura.com.br/2020/09/25/edicao-224/

Revista Insurance Corp: http://insurancecorp.com.br/pt/content/pdf/ic_ed31_2020.pdf

Revista Cadernos de Seguro: http://cadernosdeseguro.funenseg.org.br/secoes.php