Gestão de Riscos & Forum Mundial

27, Jan. 2021

Gestão de Riscos & Forum Mundial

Fórum Econômico Mundial debate como as empresas podem aumentar sua resiliência a riscos

Líderes empresariais buscam mais resiliência corporativa

Elevar a resiliência a riscos dos negócios e das economias se tornou o principal mandato das lideranças empresariais no mundo, segundo painel realizado nesta terça-feira, 26 de janeiro, no Fórum Econômico Mundial sobre o Global Risk Report, divulgado na semana passada. O painel debateu sobre as melhores práticas para melhorar a resposta a catástrofes, a partir dos aprendizados da pandemia de covid-19.

Fonte: Inovação Aberta

Para John Haley, CEO da consultoria global de riscos e seguros Willis Tower Watson, a resiliência e a gestão de riscos se tornou a principal prioridade das organizações. Se no passado, isto era apenas um custo, cada vez mais será visto como um ativo. Teremos que construir uma organização flexível e ágil que possa responder a essas coisas, afirmou no painel do Fórum Econômico Mundial.

A covid-19 mostrou que não podemos terceirizar soluções para governos, mas também não pode o setor privado resolver isso sozinho, porque não tem recursos ou capacidade. Portanto, o modelo de trabalho em conjunto deve ser usado no futuro, avaliou Mário Greco, CEO do Zurich Insurance Group.

Dambisa Moyo, economista chefe do Mildstorm Group, avalia que mundo pré-covid já era precário e frágil. O baixo crescimento dos últimos anos e o elevado endividamento dos países são alguns exemplos de vulnerabilidades que estavam presentes. Para Hailey, o desafio não é antecipar os riscos, mas sim antecipar a flexibilidade e a agilidade que as organizações precisam ter para enfrentar os riscos.

O Global Risk Report apontou que os impactos econômicos e de longo prazo [da pandemia] na saúde continuarão a ter consequências devastadoras. As desigualdades, principalmente diante da transformação digital acelerada, podem gerar novas instabilidades. Um gap digital cada vez maior pode piorar as fraturas da sociedade e minar as perspectivas de uma recuperação inclusiva, afirmou o relatório.

O relatório apontou que novas pandemias e crises geradas por ondas de carestia são as principais ameaças globais de curto prazo. No médio prazo, um estouro da bolha de liquidez gerada pela resposta à pandemia e um colapso da infraestrutura global de TI são os maiores temores. No horizonte de dez anos, as maiores preocupações estão relacionadas às armas de destruição em massa e ao colapso do Estado.

Cyber Risk

Cidadãos têm pouco a fazer, dizem especialistas sobre megavazamento de dados

Segundo especialistas, o mais perturbador é que pouco pode ser feito para evitar o uso dessas informações

Fonte: Agência Estado

O megavazamento de dados dá motivo para que os brasileiros se preocupem. As bases vazadas trazem informações detalhadas sobre os cidadãos, que podem ser usados para crimes diversos: de compras com cartão de crédito a até formação de dívidas e venda de patrimônio com o nome das vítimas.

Segundo especialistas, o mais perturbador é que pouco pode ser feito para evitar o uso dessas informações, não é nem possível saber quem foi afetado.

Marco DeMello, presidente executivo da PSafe, diz que os usuários devem ficar atentos nos próximos dias para quaisquer movimentações financeiras suspeitas, como compras em cartões de crédito e dívidas.

Os criminosos que compram esses dados podem assumir a identidade dessas vítimas e criar dívidas e baixar escrituras em nome delas. Há vários crimes que podem ser cometidos com dados tão completos.

Jéferson Campos Nobre, professor do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), concorda que há pouco o que fazer até que alguma movimentação suspeita seja feita. Caso algo anormal aconteça, o ideal é formalizar um boletim de ocorrência, citando o vazamento em 19 de janeiro.

Para o cidadão, não há como saber se os dados fazem parte do pacote vazado. Não há apps ou serviços que prestam esse tipo de ajuda no momento. Porém, para DeMello, dada a magnitude do vazamento, é difícil que algum brasileiro não tenha sido afetado. A essa altura, todos os CPFs estão nessa base roubada. Estão lá meus familiares, meus sócios, minha equipe e qualquer coisa que eu pesquise. É assustador, diz.

Os especialistas dizem que é necessário atenção para não virar alvo dos dados já vazados.

A gente depende muito da conscientização dos usuários, aponta Nobre. Ele nota que são úteis clientes de e-mail que automaticamente filtrem mensagens de spam, mas é preciso que o indivíduo fique atento a mensagens de terceiros se passando por empresas no WhatsApp ou em outras redes sociais, onde a maior parte dessas práticas acontecem. É a ideia de segurança centrada nas pessoas, na qual o usuário participa dos processos de proteção.

Nobre cita que o phishing, prática de roubo na internet que usa uma página com formulário falso para coletar informações de um usuário desavisado, pode se tornar mais refinado, detalhado e customizado.

BNDES financia Embraer com seguro do consórcio de seguradoras AFIC

Fonte: Sonho Seguro

Consórcio de seguradoras privadas que oferece seguro de crédito ANPI, tem origem em 2017, nos EUA, a partir de parceria entre a Boeing e a Marsh Ltd

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou empréstimo de R$ 450 milhões para financiar a compra de jatos da Embraer pela companhia aérea americana SkyWest Airlines, informou nesta segunda-feira, 25, a instituição de fomento. O empréstimo financiará a entrega de quatro aeronaves E175 para a SkyWest. Foi a primeira operação do tipo garantida por seguro de crédito denominado Aircraft Non-Payment Insurance (ANPI), fornecido pelo consórcio de seguradoras privadas Aircraft Finance Insurance Consortium (AFIC), informaram tanto o BNDES quanto a Embraer.

É a primeira vez que o BNDES faz uma operação desta natureza com seguro privado de crédito e a primeira operação da Embraer a contar com a garantia ANPI/AFIC. Trata-se de um marco para a fabricante brasileira e um importante instrumento na diversificação de garantias disponíveis para o apoio do BNDES às exportações do setor, diz a nota do BNDES.

Segundo o banco de fomento, a AFIC, consórcio de seguradoras privadas que oferece seguro de crédito ANPI, tem origem em 2017, nos EUA, a partir de parceria entre a Boeing e a Marsh Ltd., com objetivo inicial de atender à demanda do mercado por financiamento às aeronaves de fabricação Boeing, ocupando um espaço deixado pelo US Exim Bank.

Desde o lançamento do produto ANPI/AFIC até meados de 2020, foram realizadas operações com 10 empresas aéreas, 2 empresas de arrendamento mercantil e 21 instituições financeiras privadas, num total de 63 aeronaves Boeing financiadas, em montante aproximado de US$ 5 bilhões, diz a nota do BNDES.

Conforme a nota do banco de fomento, desde 2017, a Embraer iniciou negociações com a Marsh Ltd. para incluir seus produtos no rol dos ativos passíveis de serem financiados com cobertura do AFIC. No fim de 2018, a Marsh Ltd. aprovou o apoio aos financiamentos para a aquisição de aeronaves da fabricante brasileira.

Em parte por causa do financiamento aos clientes que adquirem as aeronaves, a Embraer é uma das principais clientes do BNDES. Em dezembro, o banco de fomento já havia aprovado dois empréstimos do tipo, no valor total de R$ 3 bilhões, em encomendas feitas pela companhia aérea americana United Airlines e pela arrendadora de aeronaves holandesa AerCap Holdings N.V.

Seguro de vida cresce e cobre covid e doenças graves

Concorrência maior no segmento promove crescimento de coberturas e benefícios, que passam até por funeral para pet

Fonte: Revista Exame

Em plena pandemia, uma proteção chamou mais atenção dos brasileiros: o seguro de vida. As razões são óbvias: muita gente passou a pensar o quanto a sua própria morte ou uma doença grave, como a própria covid-19, impactaria no seu orçamento e no de sua família.

É o que aconteceu na BB Seguros. De janeiro a novembro de 2020, a seguradora teve aumento de 5,22% na contratação de seguros de vida e também redução nos cancelamentos. Também auxiliou para o resultado o anúncio, já em março, início da pandemia no país, o compromisso de pagar indenizações em caso de morte decorrente da covid-19, conforme os valores previstos nas apólices, em caráter excepcional. A ação também foi adotada por quase a totalidade das concorrentes.

O mundo está mais complexo, mas dá para começar com o básico. Veja como, no Manual do Investidor

E engana-se quem pensa que o seguro de vida só será usado pela família, após a morte do beneficiário: além de receber indenizações no diagnóstico de doenças graves, que pode servir até para realizar um sonho, entre os benefícios de apoio que podem ser utilizados em vida estão nutricionista, psicólogo e até veterinário e auxílio funeral para pets.

Além de cada vez mais ampliar a cobertura de doenças graves, uma maior concorrência no segmento vem democratizando o preço da proteção e ampliando canais de distribuição: o Nubank já oferece a proteção por a partir de R$ 9 ao mês. É o caso de um seguro que cobre acidentes pessoais com cobertura de R$ 100 mil e benefícios, como auxílio funeral. Para um seguro de vida que cobre qualquer causa de morte, é possível pagar a partir de R$ 30 por mês. Mas não faltam opções. Nos mais completos, o valor pode subir para R$ 300.

A Brasilseg, empresa da BB Seguros, tem três planos que garantem cobertura para morte natural ou acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente e auxílio funeral. O Vida Plena também cobre acessibilidade física em caso de invalidez por acidente e diárias de internação hospitalar decorrente de acidente. Já o Vida Total garante todas essas coberturas, além de indenização em caso de doenças graves, que inclui transplante de órgãos vitais.

Além das coberturas, a seguradora oferece benefícios como segunda opinião médica, locação de aparelhos ortopédicos, orientação nutricional, psicológica e fitness. Em alguns planos o cliente também tem suporte para animais de estimação, com consulta veterinária, atendimento hospitalar, transporte emergencial, hospedagem e funeral pet.

A Prudential também oferece diversos tipos de proteções no segmento. Em 2019 a seguradora ampliou a sua cobertura de doenças graves para 25 doenças e procedimentos. Há 10 anos, eram 10. Durante a pandemia a cobertura de renda hospitalar foi a mais acionada: representou 94% dos sinistros pagos em 2020. As pessoas precisam ter consciência de que o seguro de vida não é um seguro de morte. Pode ser um auxílio em um momento difícil, como acidente ou doença grave. Quanto mais cedo se contrata, mais barato. diz

Mas o carro chefe da seguradora é o seguro de Vida Inteira, que representa 90% da base de clientes. A atratividade do plano está nas formas flexíveis de pagamento da proteção, que vale para toda a vida. É possível escolher entre quitar parcelas em um período pré-definido, até determinada idade ou em parcela única. Jovens, por exemplo, podem optar por pagar os valores pagos à seguradora para manutenção da apólice ao longo de 30 anos, iniciando o pagamento com valores menores e aumentando as contribuições ao longo dos anos.

Há também seguradoras que buscam criar nichos na proteção. É o caso da MAG Seguros, que recentemente lançou um produto que cobre apenas doenças graves para idosos com mais de 65 anos, que podem permanecer no plano até os 90 anos. As apólices custam a partir de R$ 50 por mês, e quem contrata o plano tem 60 dias de carência. Para um beneficiário de 70 anos que queira contratar um capital de R$ 50 mil, por exemplo, o custo do seguro é de R$ 200 por mês. A cada ano, o reajuste por idade fica em torno de 5%.

O seguro de vida pode ser um complemento ao plano de saúde e também atender quem não tem plano de saúde, já que pode cobrir renda em caso de internações, terapias decorrentes de acidentes, sobre as quais planos costumam ter limites, e também pode oferecer um pacote de serviços de saúde, como descontos em medicamentos e consultas e exames.

É possível, no caso de doenças graves, resgatar valores do capital segurado já no diagnóstico. No diagnóstico de câncer leve, é possível obter indenização de 30% do total contratado. Se a doença evoluir, o beneficiário pode ter toda a indenização prevista no plano. O dinheiro é recebido imediatamente no diagnóstico, sem prazo de carência, explica Leonardo Lourenzo, diretor de marketing da MAG Seguros. Marcos Kobayashi, presidente do Clube Vida em Grupo (CVG), associação sem fins lucrativos que te como objetivo divulgar o seguro de vida, aponta que é necessário verificar, nesses casos, se o valor é retirado do capital para morte, de forma a se planejar financeiramente.

Veja abaixo os tipos de coberturas mais comuns no mercado:

Doenças graves

Garante ao segurado o pagamento de uma indenização, em vida, no caso de diagnóstico de uma doença grave ou a realização de um procedimento médico. Entre as coberturas, está câncer, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal, entre outros. O valor da indenização pode ser usado da forma que o segurado desejar: para pagar tratamentos experimentais, quitar um imóvel e até realizar uma viagem, no caso de pacientes terminais.

Renda hospitalar

Tem como objetivo suprir a renda dos dias não trabalhados por conta de internações hospitalares, garantindo o pagamento de um valor predefinido para cada dia de internação por acidente ou doença. É um produto voltado para trabalhadores autônomos.

Vida inteira

Apólice mais completa do mercado, oferece proteção por toda a vida do segurado. Em caso de morte do segurado, o objetivo é indenizar à família imediatamente como forma de manutenção do padrão de vida, inclusive arcar com custos do funeral e inventário.

Com formação de reserva

Conhecidos como seguros resgatáveis, os segurados possuem a possibilidade de resgatar parte do valor pago pelas apólices ao longo dos anos. Contudo, isso pode implicar na redução ou cancelamento das coberturas contratadas.

Sucessão empresarial

Quando um dos sócios de uma empresa morre pode ser necessária a aquisição da participação acionária desse executivo pelos sócios remanescentes para evitar a entrada de outros sócios. O seguro, nesse caso, é utilizado como uma medida para evitar a descapitalização da empresa.

Quem pode ser indicado como beneficiário do seguro?

Quando alguém contrata o seguro deve escolher o beneficiário, que receberá o valor da apólice em caso de morte do segurado. Geralmente são indicados dependentes financeiros e é dada a possibilidade de alterar o beneficiário a qualquer momento durante a vigência da apólice.

A indenização só é paga em caso de morte?

Não. Os seguros também preveem pagamento de indenização no caso de invalidez e doenças graves do segurado.

Se deixar de pagar, o que acontece?

Quem paga um plano durante 10 anos e decide cancelá-lo, não irá reaver nada que pagou caso isso não esteja previsto no produto.

Home Office e Oportunidade de Mercado

Corretora de Seguros cresce após criar franquia que possa atuar em home office

Fonte: CQCS

O jornal Gazeta Votorantim, publicou uma reportagem nesta quarta-feira, 20/01, que conta a história de Caroline Lund, que fundou a Mãe de Deus Corretora de Seguros em 2011 no Rio Grande do Sul, e em 2020, ela optou por criar um novo modelo e transformou a corretora em uma franquia que atua no modelo home office.

Há quase 10 anos comecei a minha empresa com um pequeno escritório dentro da garagem da minha casa. Sofri boicotes das próprias seguradoras, que não viam com bons olhos corretores que trabalhavam dessa forma, era praticamente um tabu. Não tive mão de obra cara, maquinários luxuosos e nem muito dinheiro para começar, mas tive muita motivação e força de vontade, disse Caroline Lund.

E como o mundo gira e a pandemia colocou as pessoas em casa para tentar reduzir a disseminação do vírus e os riscos de contágio, o trabalho em casa foi a estratégia adotada por 46% das empresas durante a pandemia e 33% aderiram a um sistema parcial de home office, mostra estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

Em 2020, por conta da necessidade de distanciamento social, o modelo de home office se tornou algo muito procurado, principalmente para quem deseja apostar no segmento de franchising como forma de ter o próprio negócio e retornar ao mercado de trabalho, explicou Caroline.

Uma franquia de seguros é ideal para quem estiver procurando empreender em um negócio com baixo custo operacional e de fácil gestão, com possibilidade de alta previsão de rentabilidade.

Caroline aponta vantagens em atuar no mercado de franquia de seguros. Ela ressalta o baixo custo e flexibilidade na operação já que como não há a necessidade de um espaço físico, o modelo de franquia se torna um modelo de negócio mais enxuto e flexível, com a possibilidade de atuar em um pequeno ponto comercial ou home office. Toda a negociação pode ser feita de forma digital, desde o primeiro contato até o fechamento do contrato, sem a necessidade de um encontro presencial com o cliente.

Outro aspecto que ela ressalta é a possibilidade de parcerias com as maiores operadoras. No caso da Mãe de Deus Corretora de Seguros, a empresa tem parceria das maiores e melhores seguradoras do mercado brasileiro. Isso dá ao franqueado a oportunidade de oferecer as soluções que melhor se encaixam com as necessidades do cliente, além de conseguir preços diferenciados.

O mercado em alta também se mostra uma grande oportunidade. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) mostram que o setor de seguros arrecadou R$ 245,6 bilhões somente em 2018, e o mercado de franchising vem recebendo cada vez mais atenção de quem deseja empreender, apresentando em 2018 o faturamento de mais de R$ 174 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

O franqueado conta com um vasto público que ainda não possui nenhum tipo de seguro. Um exemplo disso são os seguros de veículos: menos de 30% dos carros em circulação atualmente possuem cobertura, segundo a Seguradora Líder.

Diversidade para os clientes também é importante. Ter um mix de produtos variados aumenta a oportunidade de faturamento da empresa. O cliente poderá em um só lugar adquirir um seguro de vida, residencial, automóvel, plano de saúde, seguro viagem, entre outros. O franqueado pode comercializar as soluções tanto para pessoa física como jurídica, evitando assim sofrer, por exemplo, com sazonalidade do mercado.

Outra vantagem para quem escolhe o modelo de franquia é o modelo de negócio. Na escolha da franquia,  é necessário escolher uma empresa que já tenha testado o seu modelo de negócio e possa evidenciar o seu sucesso. A Mãe de Deus Corretora de Seguros conta com um how-know de quase 10 anos no ramo de seguros. O franqueado irá ingressar em uma empresa que já foi testada e que oferece treinamento e suporte constante.

Dessa forma, o empresário não fica desamparado, tendo sempre o auxílio da franqueadora ao longo do processo da implantação e operação da unidade. Buscamos pessoas que gostem de atender as necessidades de diferentes públicos da melhor forma possível, ou seja, que tenham paixão em atender pessoas. Precisam ser empreendedores que busquem pela excelência em atendimento, produto e serviço, e que realmente queiram trabalhar e se dedicar ao negócio.

Nós oferecemos uma marca já consolidada no mercado, com todas as parcerias já fechadas, deixando o franqueado livre para focar nas suas vendas e ver o seu negócio crescer, concluiu a empresária Caroline Lund.

Prévia da inflação oficial fica em 0,78% em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, registrou taxa de 0,78% em janeiro. A inflação é inferior à observada em dezembro de 2020 (1,06%), mas superior à registrada em janeiro do ano passado (0,71%). Essa é a maior taxa para um mês de janeiro desde 2016 (0,92%).

O dado foi divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de janeiro, o IPCA-15 acumula taxa de inflação de 4,3% em 12 meses, acima dos 4,23% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores (janeiro a dezembro de 2020).

O principal impacto na prévia da inflação veio do grupo alimentação e bebidas (1,53%), devido à alta de preços de itens consumidos em domicílio como as frutas (5,68%).

Já a energia elétrica, com alta de 3,14%, foi o item individual que mais impactou a prévia da inflação de janeiro. O grupo de despesas habitação, que inclui gastos com energia, teve taxa de 1,44% no mês, também impactado pela alta de 2,42% do gás de botijão.

Outros grupos de despesas com inflação foram vestuário (0,85%), artigos de residência (0,81%), saúde e cuidados pessoais (0,66%), despesas pessoais (0,40%), transportes (0,14%) e educação (0,11%). Comunicação foi o único grupo com deflação (queda de preços): -0,01%.

Fonte: Agência Brasil

O Haiti é Aqui?

O Brasil à procura de luz no fundo do poço

Teria o Brasil atingido o fundo do poço neste início de ano? “Muitas vezes, em crises graves, você não pode ver nenhuma luz no fim do túnel, porque seu foco está na escuridão”, diz Gisli Olafsson, no livro The Crisis Leader. Estaríamos nós tão decepcionados e céticos, que não estamos vendo nada além da escuridão?

Não há dúvidas de que o mundo todo, mas particularmente o Brasil, terminou o ano num grande baixo astral. A economia emperrada, por conta das paralisações nas atividades durante o ano passado; as pessoas com medo de se locomover, ir para o trabalho, ter contatos, por causa do risco de contágio por coronavírus; o desemprego atingindo 14 milhões de brasileiros, sendo agravado a partir de janeiro, com o fim do “auxílio emergencial”. Os empresários com receio de investir, porque não sabem se terão o retorno esperado em 2021. Porque os bilhões do “auxílio”, que mantiveram a economia aquecida em 2020 não viriam mais.

E, para completar, uma das piores consequências da Covid-19: milhões de alunos, da creche à universidade, sem frequentarem aulas presenciais e, em grande parte, nem aulas online. Sem educação, estamos comprometendo o futuro dessas crianças e jovens. Muitos não tiveram nenhuma aula, durante o ano todo, porque a Internet não ajudava ou perderam o interesse. Em muitos casos, porque precisaram trabalhar para ajudar os pais. 

E não há horizonte claro, ainda, para os alunos voltarem às aulas. Enquanto EUA debatem se escolas devem ser mantidas abertas, surge um consenso na Europa de que as crianças são um fator considerável na disseminação da Covid-19. Vários países decidiram manter fechadas as escolas no início de ano, na Europa. E o Brasil? Há algum programa do MEC que direcione as escolas públicas, pelo menos, como vão sair dessa crise?

O que era ruim poderia ficar pior?

Em meados do ano passado, quando a pandemia começou a ceder em alguns estados, houve um princípio de otimismo de que este ano seria o da redenção, após enfrentarmos uma das maiores crises dos últimos 100 anos. Mas dezembro já prenunciava que o coronavírus não tinha cedido. E que outras medidas, mesmo rigorosas, seriam necessárias para conter a disseminação. Mas, ao contrário do que os infectologistas recomendavam, o governo federal sempre desestimulou o lockdown, o isolamento social e o fechamento do comércio; os governadores e prefeitos com medo de críticas e, sob pressão dos empresários, cederam na liberação de várias atividades. Tudo isso junto, mais as aglomerações pelas eleições e festas de fim de ano, foi o que o vírus precisava para se alastrar.

Começamos o ano com certa esperança. Mas com notícias muito ruins. Em poucos dias o cenário de nuvens carregadas não cedeu. Ao contrário, veio a tempestade, que podemos chamar de segunda onda: o número de casos de infecção aumentando em quase todo o mundo, principalmente no Brasil, que é o terceiro país com mais casos e o segundo em número de mortes por coronavírus no planeta; inflação aumentando em níveis que nos últimos anos não ocorria; sistema de saúde entrando em colapso, pelo aumento de internações; governo federal disputando com o de São Paulo, quem teria uma vacina primeiro. Ou seja, um desserviço ao país porque o que menos precisamos nesse momento é o divisionismo, a politização do combate à pandemia, em que um lado puxa pra lá, outro para cá e, ao fim e ao cabo, não temos vacina e sequer seringas para toda a população. E isso, quando mais de 40 países no mundo já estão imunizando os cidadãos. 

O que significa isso? Incompetência total das autoridades sanitárias, principalmente o Ministério da Saúde em coordenar e dirigir um plano razoável de aquisição de vacinas e de planejamento para imunizar a população. A impressão que se tira a cada entrevista do Ministério da Saúde é que eles estão perdidos e só foram levar esse tema a sério, porque o governador de São Paulo os atropelou com a produção da Coronavac (a vacina desenvolvida pela Laboratório Sinovac-Biotech, na China, e no Brasil pelo Instituto Butantã), até marcando data para início da imunização, que seria dia 25 de janeiro.

A professora Titular de Ética da FSP/USP, Deisy Ventura, é direta em acusar o governo, não de inércia, mas de ação premeditada: Não houve omissão, mas uma ação deliberada para disseminação do vírus. O que poderia levar Bolsonaro e outros responsáveis a serem denunciados em fórum internacional.

O desespero do governo federal em não ser engolido pelo governo de S. Paulo produziu entrevistas antológicas. O doutor em Comunicação da USP, Manual Chaparro, gostava de chamar sua excelência o fato um elemento necessário para que uma entrevista fosse viabilizada com utilidade para os jornalistas. Nas entrevistas do ministério da Saúde, o fato fica de fora, não foi convidado, o que, em consequência, leva também a não produzir notícia. Apenas factoides.

Resumo: entramos em 2021 sem vacina e sem seringas para todo o mundo. As promessas e planos explicitados pelo governo sobre vacinação não passavam de intenções, onde os dados são sacrificados a favor de notícia não confirmada. Milhões de vacinas daqui, milhões dali, milhões de lá que o Brasil teria, se reduziam a uma intenção. Falando em bom português, uma enrolação. O Brasil não comprou e, agora, entra na fila do desespero para conseguir o ingresso. Pode até pagar mais caro pela incompetência.

Se havia uma crise grave com a disseminação do coronavírus, agora temos a crise dentro da crise, que é corrermos atrás dos outros países para imunizar 210 milhões. Para ilustrar que essa não é uma tarefa fácil, estamos vendo os EUA com as vacinas já disponíveis patinarem no ritmo de imunização. Mostrando que é preciso mais do que simplesmente comprar a vacina: logística, armazenamento, escolha dos grupos e timing também são decisivos. A experiência reconhecida do Brasil com imunização está sendo desperdiçada pela falha de gestão da área da Saúde, no que deveria ter sido acertado lá no início de 2020.

Para culminar o que já era um grande problema, na semana passada ficamos sabendo que em Manaus os pacientes de Covid-19 estavam morrendo por falta de oxigênio. Seria uma surpresa o oxigênio ter acabado de uma hora para outra? Não. Desde novembro, o governo do Amazonas tinha informações de que o oxigênio poderia faltar. Não por coincidência governador e secretário da saúde do Amazonas foram denunciados por corrupção na compra de material hospitalar. E desde o início do ano, o Ministério da Saúde foi avisado. Ou pelo menos deveria saber. Para isso, o ministério deveria ter uma estrutura que, por se tratar de uma crise grave, controlasse eventual colapso no sistema de saúde de qualquer unidade da federação, como aconteceu na capital do Amazonas.

Mais uma demonstração de que a gestão da crise da Covid-19 no Brasil, além de ser considerada das piores do mundo, vem sendo conduzida pelo governo aos espasmos. Sem planejamento e com um programa articulado e rigoroso de controle dos casos para oferecer mais testes e possibilitar a redução do contágio. Sem uma gestão profissional, de que são exemplos países como Coreia do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Vietnã, Costa Rica, Uruguai e Chile, entre outros, dificilmente o País conseguirá reduzir a incidência do vírus, pelo menos no primeiro semestre. Realmente, está muito difícil ver alguma luz no fundo do poço.

Fonte: Comunicação & Crise (Site do professor João José Forni-Gestão de crises, comunicação empresarial e mídias)

Mercado Recruta / Coordenador de Gestão de Riscos e Controles Internos

Especialista de Seguros

ADMINISTRATIVA - CATAGUASES / MG

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Realizar processos de cotação para contratação e/ou renovação de seguros do Grupo Energisa, sendo responsável por providenciar todas as informações e documentos necessários, colocação do risco no mercado, recepcionar e analisar propostas, negociar condições e elaborar relatório do processo, prezando sempre pelo melhor custo x benefício para os segurados;

Recepcionar e conferir apólices de seguro, disponibilizando para cadastro interno;

Revisar constantemente as condições atuais dos seguros contratados pelo Grupo Energisa, buscando junto ao mercado (benchmarking) referências para análise de eventuais melhorias a serem implementadas;

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O que é essencial você apresentar:

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Perspectivas de Riscos Para 2021

Acesse o estudo da The Global Risks Report 2021: https://www.weforum.org/reports/the-global-risks-report-2021/

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