D&O avança 53%, para quase R$ 1 bilhão, em 2020

15, Fev. 2021

D&O avança 53%, para quase R$ 1 bilhão, em 2020

Fonte: Sonho Seguro

Em números absolutos, as que mais cresceram foram a Zurich e a Tokio. Somaram mais de R$ 60 milhões de prêmio emitido aos seus resultados

O seguro D&O avançou em 2020 e chegou a vender quase R$ 1 bilhão, alta de 53% em relação a 2019, analisa Thabata Najdek, advogada especializada no produto. Com exceção da seguradora do Banco Safra, todas as seguradoras cresceram em volume de prêmio em 2020. Desde as líderes de mercado até as menores no ramo, todas tiveram um considerável crescimento.

Em números absolutos, as que mais cresceram foram a Zurich e a Tokio. Somaram mais de R$60 milhões de prêmio emitido aos seus resultados. A Zurich atingiu R$187 milhões e a Tokio R$107 milhões. Ezze e Austral que iniciaram recentemente no D&O tiveram resultados excelentes. A Ezze saltou de R$8 mil em 2019 para R$5 milhões em 2020! E a Austral de R$211 mil para R$6 milhões. Outras seguradoras também se destacaram por dobrarem suas carteiras no D&O: Starr (triplicou 327%), Argo (147%), Swiss Re (146%), Porto Seguro (136%) e Allianz (127%).

Assista a apresentação no link: https://www.youtube.com/watch?v=HQ7uDKha2vE&feature=emb_logo 

Seguro de jogador de futebol pode chegar a R$ 5 milhões

Fonte: CQCS

O acordo de transferência do jogador de futebol Pepê para o Porto vai muito além dos 15 milhões de euros acordados na negociação. O clube português e o Grêmio também preparam um seguro para evitar prejuízos financeiros entre as partes por possíveis lesões no tempo em que o atleta permanecerá no Brasil. As informações foram dadas pelo site Gaúcha ZH, no último dia 11/02.

Além de resguardar os interesses dos clubes, em caso de uma lesão grave, o seguro inclui também infecção por covid-19, que tem afetado, ainda que residualmente, o rendimento de alguns atletas.

De acordo com o que Euler Victor, executivo de futebol da empresa japonesa DS Football, que capta e negocia atletas, disse ao site, seguros são muito comuns quando se trata de negociações que envolvem clubes de fora do Brasil.

Quando uma equipe do Exterior contrata um jogador fora da janela europeia e não pode recebê-lo, seja pela cota comunitária ou até mesmo pela idade, como nos casos do Vinícius Júnior e do Rodrygo, nesse período que eles ficarão no Brasil, o clube precisa ter uma segurança. Eles vão estar viajando, disputando campeonatos, correndo o risco de lesões e doenças, ressaltou.

Existem vários formatos de seguros que cobrem diversas necessidades: doenças pré-existentes, dano permanente, lesões, de vida, entre outros. Segundo o advogado carioca Marcos Motta, especialista em questões esportivas, o caso de Pepê é um dos mais comuns.

É o que a gente chama de invalidez permanente e invalidez temporária. Geralmente, como no caso do Pepê, as partes colocam no contrato quem será o beneficiário na contratação do seguro. Normalmente é o clube comprador, para que, caso o jogador se contunda, ele tenha um seguro, explicou ao site.

Motta explica que a proteção não envolve lesões de baixa gravidade, mas sim algo que inviabiliza o investimento feito: Lesões de cotidiano fazem parte do risco do negócio e também são, por vezes, cobertas por uma apólice de pagamento total ou parcial do salário.

O Gaúcha ZH ainda frisou que o valor deste tipo de cobertura varia muito. De acordo com Euler, é difícil especificar um preço exato. Muitos pontos são levados em conta, como a idade do atleta, o valor da transação, a posição, o salário. O que se pode afirmar é que eles são bem altos. Alguns podem chegar a 5% do valor da operação. Se for o caso de Pepê, por exemplo, o valor seria de 750 mil euros (quase R$ 5 milhões).

Na Europa, de acordo com o que Mott explicou ao Gaúcha, praticamente todos os jogadores brasileiros negociados com clubes de fora têm esse tipo de proteção. No entanto, em transações entre times brasileiros, não é uma prática usual. Por isso, é difícil encontrar empresas brasileiras que oferecem cobertura deste padrão.

Não é fácil conseguir esse tipo de seguro no Brasil. Geralmente, são seguradoras europeias, que chamam de riscos especiais. Mas é uma prática comum. Na Europa, praticamente todos os jogadores brasileiros têm esse seguro. Não é uma cultura no Brasil, dificilmente um jogador brasileiro faz um seguro em caso de invalidez permanente ou invalidez temporária.

Euler lembra que, no Brasil, existem empresas que fazem seguros para jogadores, mas com outros tipos de coberturas. E que, em negociações internacionais, os clubes europeus já possuem uma empresa de confiança. Normalmente, os clubes europeus já têm uma seguradora parceira. Lá fora, fazer seguro para os atletas é muito comum.

Justiça manda plano custear implante de dispositivo cardíaco em bebê

Magistrada considerou que se não for realizado, poderá causar risco iminente, possibilitando, inclusive, na morte do bebê.

A juíza de Direito Letícia Zétola Portes, da 2ª vara Cível de Curitiba/PR, determinou que plano de saúde custeie implante de dispositivo de assistência circulatória mecânica de uma bebê. A magistrada considerou que se não for realizado, poderá causar risco iminente, possibilitando, inclusive, na morte do bebê.

Segundo os autos, a mãe alegou que a bebê é portadora de miocardiopatia dilatada do ventrículo esquerdo e, diante de seu grave quadro clínico, necessita de implante de dispositivo de assistência circulatória mecânica. Contudo, afirma o procedimento foi negado pelo plano, sob o argumento de ausência de cobertura, visto que o procedimento pleiteado junto ao INC não pertence à rede credenciada.

Ao analisar o caso, a juíza ressaltou que a obrigação de custeio de procedimentos médicos pela operadora de plano de saúde fora da rede credenciada se refere a situação excepcional, desde que presentes circunstâncias autorizadoras.

Para a magistrada, no caso em análise há verossimilhança, ou probabilidade do direito, pois o implante foi atestado pelo médico e se não for realizado, poderá causar risco iminente, pelos efeitos do agravamento da saúde da bebê.

O perigo da demora se extrai de que a eventual manutenção da negativa do procedimento, certamente, causará a autora danos de difícil, ou mesmo impossível, reparação, haja vista a eventual irreversibilidade do quadro patológico e a possibilidade do resultado morte se não adotado tratamento com a presteza que o caso requer.

Por fim, a juíza destacou que a escolha quanto ao tratamento indicado cabe ao médico responsável pelo acompanhamento do paciente.

Assim, deferiu tutela provisória de urgência para determinar que o plano de saúde custeie o procedimento de implante do dispositivo custeando, inclusive, as despesas de transporte em UTI aérea, conforme a prescrição médica, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

Fonte: Migalhas

Por que a digitalização da moeda é inevitável?

Autor: Gustavo Cunha / Fonte: InfoMoney

A esta altura de 2020, está claro para todos que o uso de meios digitais na nossa vida não é mais um supérfluo. A grande maioria de nós não conseguiria ter uma vida normal, realizando nossas atividades diárias, sociais e profissionais, sem o uso de algum tipo de tecnologia.

Um amigo foi além, desafiando qualquer um a ficar um dia sem usar algum dos produtos das big techs (Microsoft, Apple, Amazon, Facebook, Google). Já parou para pensar nisso? O distúrbio seria imenso.

Diante desse cenário, como a moeda poderia ficar imune? Sendo uma parte importante da nossa vida diária, principalmente quando falamos da sua função de meio de pagamento, pode ficar alheia ao desenvolvimento tecnológico? Não pode e não ficará.

Acredito que a moeda dará um passo além do que simplesmente se digitalizar, como o que ocorreu com nossas contas bancárias, plásticos (cartões de crédito e débito) e, mais recentemente, carteiras digitais (wallets).

As discussões hoje passam por uma mudança de papéis do sistema financeiro, uma maior proximidade dos Bancos Centrais com o público, a criação de moedas privadas que poderiam ajudar ou competir com as moedas do governo, uma eventual privatização ou estatização dos meios de pagamento e por aí vai.

Todas são discussões importantes e válidas, mas vou focar aqui no último ponto.

No papel-moeda, não há necessidade de um sistema de controle, transferência e identificação, entre outras coisas. O Banco Central o emite, essas notas chegam à população e seu uso é dado por convenções sociais. Ninguém controla o meio pelo qual aquela moeda circula.

É certo que há regulamentação, e o fato de as moedas dos países terem curso forçado em suas regiões, mas o meio de troca do papel-moeda não é controlado.

No meio digital, isso muda muito. Começando que é necessário algum tipo de infraestrutura para que aquela moeda circule. Em geral, essa infraestrutura é disponibilizada e controlada pelo próprio Banco Central que emite a moeda.

No caso do Brasil, temos o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), que controla TEDs, DOCs, entre outros, e o Sistema de Pagamentos instantâneo (SPI), ambos sob a tutela do Banco Central do Brasil.

Na Europa, temos o Single Euro Payments Area (SEPA), nos Estados Unidos, o Banco Central (FED) está desenvolvendo o FEDNOW, que deve entrar em vigor em 2023 ou 2024 e se assemelha ao nosso recém-implementado SPI, que é um dos pilares do PIX.

Mas há casos em que esses sistemas têm controle privado, como na China e na Suécia. Na China, os dois principais atores desse mercado são WECHAT e ALIPAY, cada qual com sua infraestrutura e sistema para transferências de valores.

Na Suécia, temos o SWISH, sistema controlado pelos maiores bancos do país. Em ambos os casos, a imensa maioria das transações financeiras é feita via esses sistemas privado.

Não me parece coincidência que os países que estão mais adiantados na implementação da moeda digital do Banco Central (CBDC) sejam exatamente esses dois (China e Suécia). Nesse locais, os meios de pagamento estão com o setor privado.

O ponto aqui não é simplesmente regular esses sistemas, mas também ter acesso a todos os dados que eles geram. Em uma economia digital, mais do que só emitir a moeda, a sua circulação passa a ter um valor enorme.

Para o cidadão comum, não tenho dúvidas de que ter esses dados gerenciados pelos Bancos Centrais é muito mais seguro, seja do ponto de vista de vazamentos, seja do ponto de vista de serem utilizados para fins que não sejam o seu melhor. O documentário O dilema das redes, da Netflix, que o diga.

Por outro lado, quando os Bancos Centrais estão olhando esses meios de pagamento, dependendo da forma como são feitos e da arquitetura final, pode haver grandes mudanças.

Não precisamos ir longe para saber que tecnologias baseadas em Blockchain ou DLT permitem que inúmeras transações sejam feitas sem a necessidade dos incontáveis intermediários que existem hoje no mercado tradicional.

Além disso, preocupações com os marginalizados digitais (idosos, por exemplo) devem ser consideradas, além de pontos de salvaguardas do sistema, como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Faz sentido sua existência se a relação com os cidadãos será direta com o Banco Central, sem intermediários?

Muitas dúvidas para serem respondidas nos próximos anos, mas com a certeza de que esse processo de digitalização do dinheiro é um caminho sem volta.

Ajuste fiscal exigido por Guedes anula impacto do auxílio emergencial

Fonte: Monitor Mercantil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, espera a implantação de um novo auxílio emergencial já em março, com duração até maio, mas podendo ser prorrogado mais um mês. O valor segue indefinido. O anúncio veio após reunião entre Pacheco, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e os ministros Paulo Guedes, da Economia, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo.

Guedes exige como contrapartida a inserção de uma cláusula de calamidade na proposta de emenda constitucional para o novo pacto federativo (PEC 188/2019). O dispositivo permitiria abrir espaço fiscal e orçamentário para as despesas decorrentes do novo auxílio. Pacheco quer ver a PEC aprovada no início de março.

As contrapartidas pedidas por Guedes aprofundam o ajuste fiscal, corte em gastos públicos que vai na contramão do que é preciso ser feito para atender ao momento de pandemia. Além do novo Pacto Federativo, o ministro quer a aprovação das PECs emergencial (PEC 186/2019, que permite o corte de despesas obrigatórias) e dos fundos constitucionais (PEC 187/2019, que desvincula recursos ligados a fundos) no Senado. Pelo lado da Câmara, avançariam as reformas tributária (PEC 45/2019) e administrativa (PEC 32/2020).

O resultado será cortar vencimentos do funcionalismo e serviços necessários para os contribuintes, tirando das classes média e pobre para atender aos que estão abaixo da linha de pobreza. O resultado dessa equação é manter a economia do país em marcha lenta.

Em reunião quinta-feira com Rodrigo Pacheco, Paola Carvalho, diretora de Relações Institucionais da Rede Brasileira de Renda Básica e uma das porta-vozes da campanha #auxilioateofimdapandemia, apresentou a pauta da campanha e os argumentos para a manutenção do valor do benefício em R$ 600 e R$ 1.200 para mãe-solo. Entre os motivos, o valor atual da cesta básica, o aumento do desemprego e da fome neste período.

Para o Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG), a provável retomada do auxílio emergencial mensal pode compensar um pouco o impacto socioeconômico, mas o gatilho para uma recuperação mais sólida à frente depende do ritmo de vacinação no Brasil e no exterior e da melhora gradual das condições do mercado de trabalho.

Brasil atinge maior média de mortes da pandemia neste domingo, com 1.105 vítimas

Fonte: Estadão

Pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19, a média móvel diária de mortes pela doença ficou acima de 1.100 no Brasil. Dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram uma média de 1.105 vítimas neste domingo, 14, o que significa que nos últimos sete dias morreram mais de 7.700 pessoas no País pelo novo coronavírus.

O total de mortes pela doença chegou a 239.294 desde o começo da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 647 óbitos e 22.400 testes positivos. O número de casos total chegou a 9.833.695, segundo dados repassados ao consórcio pelas secretarias estaduais de saúde. O consórcio é formado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL.

Em números absolutos, os maiores registros de mortes nas últimas 24 horas são de Minas (119 vítimas) e do Rio (104 vítimas). Foi em Minas também o número mais alto de novos diagnósticos confirmados (3.184), seguido pela Bahia (2.584) e São Paulo (2.187).

A alta média deste domingo se deve aos registros elevados ao longo da semana. Entre a segunda-feira passada, 8, e este domingo, 14, somente dois dias não tiveram mais de mil mortes. Entre terça-feira, 9, e o sábado, 13, os óbitos diários superaram essa marca. O registro da quinta-feira, 11, ficou em 1.452 mortes.

De acordo com o Ministério da Saúde, o País soma 8.745.424 pessoas recuperadas da covid-19. Os dados da pasta apontam um total de 239.245 mortes, 713 nas últimas 24 horas, além de 9.834.513 casos confirmados. Os números do consórcio diferem dos dados do ministério em razão da metodologia de coleta.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Curso On Line: Transformação Digital em Gestão de Riscos

Associados da ABGR tem desconto de 20%


CURSO ONLINE: TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM GESTÃO DE RISCOS

TURMA 2021 / Início das aulas: 1º de Março

FÓRMULA DE IMPLANTAÇÃO

O curso TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM GESTÃO DE RISCOS é um pacote completo online que visa a implantação imediata de um programa de gestão de riscos corporativos - ou melhoria de modelo já existente - em qualquer tipo de empresa. Ele é baseado na metodologia Gestão de Riscos Parametrizada.

Trata-se de um curso livre que também é direcionado para profissionais que desejam ingressar na área de gestão de riscos ou se atualizar com as mais atualizadas práticas de mercado no setor.

CONTEÚDO

Consiste em um pacote completo de vídeos, apostilas, questionários, templates, workshops e mentorings ao vivo distribuídos em 10 temas.

INTRODUÇÃO: adapta o aluno à estrutura do curso.

FUNDAMENTOS: apresenta os conceitos de gestão de riscos.

IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS: abrange técnicas de mapeamento e identificação de riscos

APETITE E TOLERÂNCIA: trata de apetite, tolerância, retenção e transferência de riscos.

AVALIAÇÃO DE RISCOS: explica técnicas de avaliação e mensuração de riscos.

APRESENTAÇÃO DE RISCOS: aborda as formas de apresentação e as respostas aos riscos.

EFETIVIDADE DOS CONTROLES: orienta o processo de avaliação e melhoria da efetividade dos controles implementados.

MITIGAÇÃO DE RISCOS: direciona as ações necessárias para a aplicação de técnicas visando a mitigação de riscos corporativos.

PLANOS CRÍTICOS: explica e orienta sobre a apresentação dos principais planos críticos para gestão de riscos e crises empresariais.

GOVERNANÇA & MATURIDADE: aborda a governança de riscos e a avaliação de maturidade.

O PROFESSOR

Nelson Ricardo Fernandes Silva: Formado na Academia Militar das Agulhas Negras, Fernandes Silva possui mestrado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército e MBA pela Manchester Business School. Fazem parte ainda de sua formação acadêmica extensões na Harvard Business School (Corporative Risk Management Course) e na Risk University (KPMG) nas áreas de gestão de riscos e governança.

Fernandes Silva foi militar de carreira e oficial nas áreas de planejamento e operações do Exército no início da missão de paz da ONU no Haiti (2005). No Brasil atuou como subcomandante e também como Chefe da Divisão de Treinamento do Centro Conjunto de Operações de Paz, ligado ao Ministério da Defesa. Após deixar as Forças Armadas, foi Diretor de Projetos no grupo GV Risco, Senior Manager na Accenture, Gerente Geral de Riscos e Seguros (Projeto Elog) e Diretor Técnico da Brasco Enterprises. É coautor do livro Análise de Risco Parametrizada 2.0 e fundador do Portal da Gestão de Riscos.

COMO FUNCIONA O CURSO?

A solução em gestão de risco baseia-se em três pilares: TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO

O aluno aprende os principais conceitos e técnicas de gestão de riscos estudando apostilas, e-books, lendo artigos e assistindo a vídeo-aulas gravadas e sessões de mentoring online ao vivo.

APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO

O professor incentiva que o aluno comece a aplicar técnicas de gestão de riscos em seu ambiente de trabalho no decorrer do curso. As informações geradas são então trabalhadas em um software ou manualmente com o objetivo de estruturar um programa de gestão de riscos.

SUPORTE À IMPLANTAÇÃO

Durante as sessões de mentoring, o aluno relata quais dificuldades encontrou ao fazer entrevistas, descrever cenários e montar planejamentos. Os casos são analisados em grupo e o professor esclarece as dúvidas que surgem ao longo do processo.

CARGA HORÁRIA

Somadas, todas as atividades requerem cerca de 90 horas de dedicação. Elas são distribuídas em um período de 60 dias, nos quais os alunos têm acesso à plataforma de estudos Moodle, onde podem ter estudar e baixar o material oferecido no curso. Nesse período também é oferecido acesso gratuito a um software que organiza todo o material coletado pelo aluno nas atividades práticas.

COMO SE ORGANIZAR PARA O CURSO

Vídeo-aulas gravadas, apostilas, e-books e artigos podem ser estudados pelo aluno a qualquer hora, de acordo com sua disponibilidade de tempo. Porém, espera-se que ele siga um roteiro semanal de estudos e atividades para que dúvidas eventuais sejam tiradas nas sessões de mentoring.

As sessões de mentoring ao vivo acontecerão sempre às 20h, com duração aproximada entre 1h30 a 2h. Eles acontecerão nos dias 1, 2, 8, 15, 22 e 29 de Março e 5, 12, 19 e 26 de Abril. As sessões serão gravadas e ficarão disponíveis para os alunos durante todo o curso.

No fim do período, o aluno recebe um certificado de treinamento em gestão de riscos fornecido pelo Portal da Gestão de Riscos. Recomenda-se que o aluno continue a acompanhar nossos perfis nas redes sociais, onde regularmente publicamos revisões e atualização de conteúdo, além de análises e notícias sobre relacionadas à gestão de riscos de forma gratuita.

Perspectivas de Riscos Para 2021

Acesse o estudo da The Global Risks Report 2021: https://www.weforum.org/reports/the-global-risks-report-2021/

Acesse as edições mais recentes das publicações do mercado:

http://insurancecorp.com.br/pt/content/pdf/ic_ed33_2020.pdf