Temas do G7: Vacinação / Economia / Clima

12, Jun. 2021

Seguradoras acompanham reunião do G7, que discute vacinação, economia e mudanças climáticas

A mitigação de riscos de doenças, contágios, inundações, incêndios e outros eventos da natureza agravados pela ocupação sem disciplina fazem parte do foco permanente e do dia a dia das seguradoras, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg

Fonte: Sonho Seguro

Começa nesta sexta-feira (11) a conferência do G7, grupo formado pelos líderes do Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos. Na Baía de Carbis, na Cornualha, a quase 500 km de Londres, eles devem discutir ao longo de três dias questões como a vacinação, a recuperação da economia global após a pandemia, mudanças climáticas e como lidar com a China e a Rússia. Esses assuntos são prioritários na agenda do mercado segurador mundial, que acompanhará as discussões do G7.

A emergência da pandemia também acelerou a mobilização internacional para medidas de prevenção de doenças a longo prazo e preservação ambiental. Tudo isso é matéria própria do setor de seguros. A mitigação de riscos de doenças, contágios, inundações, incêndios e outros eventos da natureza agravados pela ocupação sem disciplina fazem parte do foco permanente e do dia a dia das seguradoras, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a Confederacao das Seguradoras, ao blog Sonho Seguro.

O Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial produzido em parceria com a Marsh McLennan e Zurich, revelou que os 4 principais riscos por probabilidade e 3 dos 5 principais riscos por gravidade de seu impacto estão relacionadas ao clima e ao meio ambiente.

O fracasso em agir contra as mudanças climáticas está prestes a se tornar a próxima grande pandemia na sociedade. Nosso futuro passa necessariamente pela resiliência climática, e todos nós, indivíduos, governos e empresas, fazemos parte da solução. A colaboração entre os setores público e privado é fundamental para minimizar este risco, de grande probabilidade e impacto catastrófico, afirma Flávio Ruiz, líder da Marsh Risk Consulting no Brasil, em comunicado.

Aumento do risco e pressão socioeconômica também trazem oportunidades

A mudança climática está redesenhando o cenário de risco e os desafios para empresas, governos e instituições financeiras são enormes. Além disso, a pressão de investidores, acionistas, ativistas sociais e consumidores em relação às estratégias de sustentabilidade das empresas continua crescendo exponencialmente. Assim, os relatórios ESG sobre os aspectos ambientais, sociais e de boa governança de uma empresa estão ganhando cada vez mais peso em relação aos puramente financeiros. As pessoas querem saber se as empresas estão sendo, ou querem ser, parte do problema ou da solução, acrescenta Ruiz.

Mas, ao mesmo tempo, este grande desafio global está criando novas oportunidades para as empresas, desde motivar e atrair talentos, aumentar a eficiência dos recursos, desenvolver novos bens e serviços de baixo carbono e fornecer maior valor aos stakeholders e às comunidades.

Diante desse novo panorama, as empresas devem colocar no centro de sua estratégia a construção de uma verdadeira resiliência climática com uma forte liderança corporativa, capaz de gerenciar o risco de forma integral. Antecipar o risco, quantificar o seu impacto nas diferentes áreas de negócio, bem como as possíveis perdas associadas, é a chave para esse futuro sustentável que todos almejamos, diz o especialista.

Embora a mudança climática exija ação imediata, é verdade que muitos governos priorizarão a recuperação econômica da pandemia ou a transição tecnológica. Assim como a COVID-19, os impactos das mudanças climáticas serão diferentes por país, mas é importante considerar que uma mudança em direção a uma produção e consumo mais verdes não pode ser adiada até que as economias se recuperem. Mais uma vez, a colaboração público-privada se torna a chave para gerenciar com eficiência os riscos climáticos, complementa.

Justiça cumpre primeira busca e apreensão com base na LGPD

Fonte: CQCS

Foi cumprida ontem a primeira ordem judicial de busca e apreensão com base na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), promulgada em setembro passado.

A medida foi deferida pelo Poder Judiciário de São Paulo em razão da suspeita de utilização indevida de dados de clientes por parte de uma corretora de planos de saúde.

Entre os alvos da ação, a sede da empresa e a residência de uma funcionária. Foram recolhidos documentos, computadores e celulares.

Os proprietários da corretoras responderão a processos cíveis e criminais. Outras corretoras em São Paulo e no Rio serão alvo em breve das mesmas medidas.

Conjuntura CNseg nº 45 destaca temas relevantes para o seguro

Edição aborda assuntos como o mercado para Grandes Riscos, normas de investimentos, open insurance e Google Trends

Fonte: Sindseg

As grandes oportunidades para o mercado de Grandes Riscos criadas pela Resolução CNSP 407, uma análise do panorama e das perspectivas sobre as mudanças nas normas de investimentos, o aumento do número de beneficiários da Saúde Suplementar com expansão maior na faixa etária acima de 59 anos e a retomada da capitalização estão entre os temas de Destaques dos Segmentos da Conjuntura CNseg nº 45, uma publicação da Confederação Nacional das Seguradoras.

A edição inclui outros assuntos relevantes nas demais seções. No Boxe Regulatório, é abordado que o Brasil está a caminho de ser o pioneiro na implementação do open insurance no mundo. Mas, para que essa experiência não entre no rol daquelas boas ideias que por falhas em sua execução, não alcancem todo seu potencial, a CNseg considera que há aspectos importantes que merecem ser mais bem debatidos e avaliados.

O Boxe Estatístico trata da utilização do Google Trends como ferramenta complementar de análise de tendências do setor segurador. De acordo com o artigo, a pandemia da Covid-19 e suas consequências abruptas amplificaram a necessidade de acompanhar em tempo real o que tem acontecido na economia e nos setores, acelerando um processo que já vinha ocorrendo há alguns anos: a adoção de indicadores alternativos para o acompanhamento econômico.

Uma análise sobre o setor de seguros, previdência e capitalização no Boletim Consumidor em Números 2020, lançado em março pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), é objeto do Boxe Relações de Consumo. Em 2020, foram 15.641 reclamações cadastradas, representando 1,3% das ocorrências da plataforma Consumidor. gov.br.

Para finalizar, no Boxe de Produção Acadêmica, os leitores são apresentados a uma variedade de temas, desde a fraude nos seguros de automóveis, a transformação digital nos seguros, passando pelos impactos da operação Lava Jato nos seguros D&O entre outros assuntos relevantes.

Compliance ao Alcance de Todos

Plataforma possibilita compliance acessível para PMEs

Ex-diretor de Compliance de multinacional cria Compliance Station®, que oferece mecanismos de integridade personalizados

Fonte: InfoMoney

Nos últimos anos, a Lava-Jato dominou os noticiários do Brasil e reacendeu o debate sobre corrupção e ética no país, que assistiu à decadência de grandes corporações. Com prejuízos incontáveis e centenas de prisões, o assunto segue na pauta com outras operações e é um caminho sem volta para as empresas, independentemente do tamanho e área de atuação.

Para se ter uma ideia, a quarta edição da pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil, produzida pela consultoria KPMG, apontou que 73% dos executivos seniores entrevistados concordam que a conformidade com normas éticas e legais é crucial para a estratégia das empresas. Na primeira edição do estudo, em 2015, apenas 58% faziam a mesma afirmação.

A demanda por compliance não para de crescer e isso não é novidade para Wagner Giovanini, que se tornou expert no assunto ainda no começo dos anos 2000, quando trabalhava em uma multinacional e viu emergir uma crise ética que abalou as estruturas dessa empresa.

O executivo foi o responsável por implantar o compliance da empresa no Brasil e teve que construir tudo do zero como diretor da área na companhia. Aliás, esse aprendizado o credenciou a publicar um manual de mais de 500 páginas sobre o assunto, o livro ‘Compliance: a Excelência na Prática’.

Uma empresa com 160 anos, na época com 500 mil funcionários e faturamento anual de 100 bilhões de euros, enfrentou uma crise reputacional decorrente de denúncias de corrupção e teve seu negócio ameaçado. Imagine o que pode acontecer com uma companhia menor, diz o executivo, ao MoneyLab.

Depois de quase três décadas na companhia e de levar o Brasil a ser premiado como referência global desta empresa em compliance, em um universo de quase 200 países, o executivo resolveu que era hora de ampliar sua atuação, fundando a Compliance Total.

Em seguida, criou a Compliance Station®, uma plataforma para que pequenas e médias empresas consigam se adequar com agilidade e economia a regras como as da Lei Anticorrupção, licitações, concorrências públicas e os códigos de conduta de seus parceiros.

Meu propósito é tornar o compliance acessível a todos, por acreditar que esse é o caminho para uma sociedade mais justa. Afinal, quando você ensina o caminho certo nas empresas, ele é multiplicado por onde os colaboradores passam, diz.

Como funciona a plataforma

Com a Compliance Station®, as pequenas e médias empresas conseguem entender e implementar todas as regras e processos exigidos para fechar negócios seguros com empresas públicas ou privadas.

A plataforma, que tem contrato mensal, funciona em módulos para que a pessoa designada possa realizar os processos no tempo desejado, seguindo as necessidades legais e éticas do seu segmento.

Para Wagner, que também atende empresas de grande porte como Petrobras e Telefônica, a Compliance Station® é a chance de democratizar o compliance. É a oportunidade de ter a mesma governança de uma empresa de grande porte sem precisar fazer os investimentos altos para isso. um estagiário é mais dispendioso do que a plataforma, diz.

Ele ressalta que o conceito de compliance ainda é desconhecido por muitos pequenos empresários, bem como os benefícios que podem ser alcançados. Compliance não é apenas ‘cumprir a lei’, mas sim um mecanismo de integridade, um sistema de gestão composto por diversos elementos para proteger a empresa e as pessoas, de forma organizada, afirma.

Na plataforma, as empresas conseguem adotar trilhas personalizadas de acordo com a área de atuação e a sua natureza. Tudo de forma intuitiva. Cada companhia é guiada a encontrar seu ponto ótimo. A plataforma propõe os riscos e, de acordo com as respostas do usuário, gera um código de conduta e todos os demais elementos do Compliance adaptados à realidade específica, explica o executivo.

Em sequência, a plataforma auxilia na implementação e na gestão do programa de compliance, com ferramentas que facilitam o dia a dia, fornecem orientações e documentações, além de um canal de comunicação para recebimento de manifestações sobre a ocorrência de irregularidades.

Wagner ressalta que a plataforma está apta para receber companhias de todos os segmentos. Já temos clientes com 10 a 1.000 funcionários, afirma.

Sem nenhum conhecimento sobre compliance e demais práticas, com a plataforma é possível, por exemplo, realizar uma palestra de formação. Ela entrega todo material de estudo necessário e a sequência de telas pronta, com um roteiro que inclui o texto e marcações para o momento de mudar o slide. O mesmo se passa com as comunicações regulares e demais atividades necessárias para um Compliance efetivo.

Entre os benefícios, o mais rápido a ser notado é o efeito inibidor. Quando você coloca um canal de denúncia estruturado, já no primeiro mês há uma mudança significativa. Quem está fraudando interrompe a sua prática; o mesmo ocorre com quem está fazendo assédio, furtando ou cometendo deliberadamente irregularidades. O receio de ser pego já gera os primeiros resultados, diz Wagner.

Com isso, há uma melhoria no ambiente de trabalho, que culmina em retenção e atração de talentos, além de aumentar o engajamento e a produtividade e reduzir gastos com despesas trabalhistas.

Proteção do lucro das empresas

A diminuição de gastos continua à medida que o mecanismo de integridade vai sendo gerado. Com as denúncias, é possível apurar fraudes, por exemplo. Para se ter uma ideia, a última edição do Relatório das Nações, Estudo global da consultoria americana ACFE (Associação de Examinadores Certificados de Fraudes, na sigla traduzida) reportou 2.504 ocorrências de problemas de compliance, em 125 países, significando perdas de ao menos US$ 3,6 bilhões.

Estima-se que o problema ético provoque prejuízo anual equivalente a 5% do faturamento das empresas. Muitas vezes isso significa mais do que a margem de lucro de uma empresa. Ou seja, resolver esses problemas pode ser a diferença entre lucro e prejuízo, diz Wagner.

Mais benefícios da plataforma

A contratação da plataforma também ajuda a garantir o desempenho do negócio. Afinal, empresas flagradas em ilicitude podem sofrer sanções que prejudicam a atuação no mercado, como por exemplo a proibição de contratar com a Administração Pública ou fazer captação de financiamentos públicos. Além disso, a reputação manchada pode dificultar a obtenção de novos negócios e até a sobrevivência.

Wagner afirma que a Compliance Station® auxilia também a evitar desperdícios, identificar riscos, sensibilizar os funcionários, atrair investidores e garantir um melhor posicionamento para a companhia no mercado. Isso sem esquecer, claro, da questão da legislação. A pequena e média empresa passa a atuar em um patamar de grande companhia, finaliza.

Custo Covid pressiona planos de saúde

Estudo com 2 milhões de beneficiários mostra aumento no preço de remédios e EPI's; despesa com paciente em UTI já supera R$ 100 mil.

Fonte: Monitor Mercantil

A pandemia de Covid-19 está pressionando fortemente os custos dos planos de saúde no país. É o que aponta estudo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com 2 milhões de beneficiários, que mostra um aumento significativo de usuários internados e a disparada de preços de medicamentos e de insumos usados nos tratamentos.

Em novembro de 2020, o estudo mostra que havia 22,17 pacientes com Covid para cada grupo de 100 mil beneficiários. Em janeiro de 2021, o índice chegou a 48,48 e, em abril, bateu a marca de 114,01.

Com internações mais prolongadas e a disparada dos preços de insumos, o custo da internação de Covid em UTI também avançou. Em janeiro, o atendimento aos pacientes com a doença consumia, em média, R$ 78,8 mil por pessoa internada, para as operadoras. Em abril, o custo saltou para R$ 100,6 mil, o que corresponde a um aumento de 27%.

Com a iminência da terceira onda dos casos da doença, fica claro que esses custos tendem a permanecer em patamar muito alto, o que continuará pressionando os custos da saúde, impactando diretamente nos preços dos planos de saúde, explica a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente.

O estudo mostra ainda que a Covid-19 puxou fortemente o consumo e os preços de medicamentos do kit intubação usado em pacientes com a doença.

Um dos exemplos é o anestésico Rocuronio, cuja utilização cresceu 2.914%, no comparativo entre os 12 meses de 2019 e os primeiros três meses de 2021. Além do aumento no uso, o preço também subiu, e muito: 216%. Com isso, o gasto médio mensal com o produto avançou 9.435%. Outro vilão dos custos foi o sedativo Midazolam. A quantidade média comprada para atender a amostra cresceu 762%, entre a média mensal de 2019 e a média dos três primeiros meses de 2021. O preço unitário do medicamento saltou 542%, fazendo o gasto médio mensal para os planos disparar 5.275%.

Equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras, luvas e aventais, fundamentais para a segurança dos profissionais que atuam no tratamento dos pacientes com Covid-19, também tiverem seus preços elevados. O gasto médio mensal dos aventais aumentou 5.644%, entre a média mensal de 2019 e a dos três primeiros meses de 2021, bem como a quantidade média utilizada por mês, que saltou 726%. O mesmo ocorreu com as máscaras descartáveis, que, em comparação com a média mensal de 2019 e janeiro a março de 2021, apresentou 5.644% de aumento no gasto médio por mês e 654% na quantidade usada mensalmente.

As operadoras fecharam o primeiro trimestre deste ano com o maior custo assistencial da história por causa do avanço da pandemia e a manutenção de procedimentos não urgentes em níveis muito altos. Foi a tempestade perfeita, diz Vera Valente. O cenário continua crítico. As internações por Covid têm sido mais prolongadas, especialmente em UTIs.

Em média, mais de 80% do que as operadoras arrecadam são pagos a hospitais, laboratórios e profissionais de saúde para cobrir as despesas de atendimento ao beneficiário; perto de 15% são gastos administrativos e de comercialização; do que sobra ainda são descontados impostos e despesas operacionais.

Média móvel volta a subir após 52 dias e Brasil registra 2.215 mortes por covid em 24h

Fonte: Estadão

O Brasil registrou 2.215 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados nesta sexta-feira, 10. Ainda de acordo com o balanço, a média móvel de novos casos e mortes voltou a subir após 52 dias em tendência de queda.

Com as novas perdas, o País chegou a 484.350 vítimas de coronavírus desde o início da pandemia. Na média semanal, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, o índice está em 1.912 - um aumento de 4% em comparação a 14 dias atrás. A última vez que o País havia registrado alta no indicador foi no dia 20 de abril.

Foram notificadas, ainda, 86.061 novas infecções no Brasil. Na soma total, são 17.301.220 casos da doença. Por sua vez, a média móvel também voltou a mostrar tendência de alta, com 65.609 novos diagnósticos, ou 8% maior se comparado a duas semanas anteriores.

Nesta semana, a Fiocruz alertou que o atual cenário da pandemia no Brasil é de alto risco, com estabilização do número de novos casos em patamares muito altos e elevada taxa de transmissão do Sars-CoV2. A menos 20 Estados e o Distrito Federal, bem como 17 capitais, apresentam taxas de ocupação hospitalares iguais ou superiores a 80%. Essa combinação, dizem os especialistas, demanda atenção e prudência nos próximos dias.

De acordo com o consórcio, São Paulo continua registrando um número alto de mortes pelo coronavírus e, nas últimas 24 horas, teve 651 vítimas. Outros seis Estados também superaram a barreira de 100 óbitos no dia: Minas Gerais (270), Rio de Janeiro (267), Rio Grande do Sul (133), Paraná (133), Bahia (127) e Goiás (113).

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta sexta, o Ministério da Saúde informa que 15.718.593 pessoas se curaram da doença é há 1.093.290 em recuperação.

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