Gestão de Riscos Logísticos

17, Jun. 2021

Gestão de Riscos Logísticos

Segurança é pré-requisito no Transporte Internacional de mercadorias

Fonte: Revista Cobertura

Operações de importação ou exportação de produtos ou de matérias-primas precisam obedecer a uma série de processos e exigências. Fazer o transporte internacional dessas mercadorias, por exemplo, é uma tarefa que deve seguir uma lista de cuidados prévios ao embarque dos produtos.

Para não ter ‘dores de cabeça’ com trâmites e burocracias às quais não estão acostumadas, as empresas que precisam importar ou exportar algum item procuram pelo suporte necessário para a realização das negociações e transporte dos produtos junto às Trading Companies, que são empresas facilitadoras das relações entre fornecedores e compradores, podendo atuar como auxiliar nas negociações, e que são especialmente importantes em todo o processo logístico para que os itens adquiridos cheguem ao seu destino final.

Com tanta confiança depositada em sua atuação, as Trading Companies precisam se cercar de cuidados para garantir que os itens negociados e transportados chegarão ao seu destino de maneira segura, sem prejuízos ou surpresas desagradáveis e, claro, com riscos minimizados. Uma das maneiras mais eficazes de garantir essa proteção é investir em um seguro de transporte internacional.

Aqui vale uma reflexão. Pequenas e médias empresas recorrem bastante às Trading Companies para realizar operações de importação e exportação de produtos justamente pelos benefícios que essas empresas podem proporcionar em todo o processo. Se para empresas de grande porte e multinacionais, um problema no transporte de produtos pode causar um impacto significativo nos negócios, imagine para uma PME, que muitas vezes tem a maior parte do seu capital aplicado justamente nos seus produtos.

Isso significa, que a segurança da mercadoria transportada deve ser uma das maiores preocupações do empresário ou representante de uma Trading. Normalmente, os trajetos até o destino final são bastante longos e o risco de intercorrências é real. Assim, investir em um seguro de transporte internacional deixa não apenas a Trading Company mais tranquila, mas também as empresas envolvidas na operação.

Dependendo do valor e tipo de carga transportada, o seguro pode ter um investimento baixo. Na maioria das vezes, o custo médio é de aproximadamente 0,15% sobre o montante total da compra ou venda. Dessa forma, ter esse tipo de seguro deixa de ser um custo adicional e passa a ser uma garantia efetiva de segurança e, mais do que isso, pode ser convertido como fator competitivo para a Trading.

No momento de escolher um seguro de transporte internacional, é interessante que o gestor da Trading Company verifique se a corretora de seguros tem expertise no gerenciamento de riscos e sinistros nesse segmento e se é ágil no processo de regulação de sinistros. Esses são fatores de relevância para Trading, uma vez que solucionar a operação para a empresa contratante de forma rápida é um diferencial competitivo de mercado. Às empresas que vão em busca de Tradings para a realização de negócios no exterior, minha dica é que sempre averiguem se a companhia realmente tem seguros para a realização do transporte de mercadorias. Assim, todos ficam devidamente resguardados!

Autor: Ricardo Valencia (diretor comercial da Energy Broker)

Estudo indica que covid-19 pode deixar sequelas de saúde em até 25% dos casos

Fonte: Valor Econômico

Entre as pessoas que tiveram covid-19 nos EUA, um quarto procurou atendimento para outros problemas médicos pelo menos um mês após o primeiro diagnóstico, segundo um estudo publicado ontem, citado pelo jornal The New York Times. Esses pacientes incluem aqueles que se infectaram com o coronavírus, mas foram considerados inicialmente assintomáticos.

A pesquisa foi realizada pela organização sem fins lucrativos FAIR Health e analisou dados de aproximadamente 2 milhões de usuários de empresas privadas de seguro-saúde que testaram positivo para covid-19 entre fevereiro e dezembro de 2020.

Segundo a análise, 23,2% desses pacientes, mais de 450 mil pessoas, voltaram ao médico menos de 30 dias depois do atendimento inicial queixando-se de outros problemas de saúde. A FAIR Health afirmou que a sua pesquisa é o maior estudo conhecido sobre a duração dos efeitos da covid-19. A condição pós-covid-19 mais presente entre esses pacientes foi a de dores e inflamações de nervos, que foi relatada por quase 100 mil pesquisados.

Dificuldades respiratórias, colesterol alto, mal-estar geral e fadiga, bem como casos de hipertensão, também estão entre as condições mais comuns. Além desses, problemas intestinais, enxaquecas, infecções de pele, anomalias cardíacas, distúrbios do sono e anomalias de saúde mental também foram relatados.

A FAIR Health disse que submeteu o estudo a um revisor acadêmico independente. E esclareceu que a amostra não se estendeu a pacientes atendidos por planos subsidiados pelo governo nos programas mais populares, Medicare A, B e D e Medicaid. Pacientes com doenças crônicas pré-existentes não foram incluídos no estudo em razão da dificuldade de se distinguir quaisquer sintomas pós-covid-19 dos sintomas associados à doença pré-existente.

Valor das insurtechs europeias avança para € 23 bilhões em 2020, contra € 6 bilhões em 2016

As tendências futuras do setor incluem seguro integrado, seguro paramétrico, clima, seguro cibernético e ativos intangíveis, bem como ecossistemas de serviços

Fonte: Sonho Seguro

A Dealroom acaba de lançar um relatório sobre o desempenho das insurtechs na Europa. De acordo com o estudo, as insurtechs tiveram pouco investimento em comparação com outros setores como Fintech, Saúde e Mobilidade, mas agora crescem mais rápido. 2021 já é um ano recorde para as insurtechs europeias, com € 1,8 bilhão arrecadados no ano, contra € 1,2 bilhão em 2020

As insurtechs europeias valem agora € 23 bilhões, contra apenas € 6 bilhões em 2016. As tendências futuras do setor incluem seguro integrado, seguro paramétrico, clima, seguro cibernético e ativos intangíveis, bem como ecossistemas de serviços.

Enquanto o seguro de vida e saúde representa 70% do prêmio total subscrito na Europa, as insurtechs no segmento de vida e saúde (L&H) tem investimento insuficiente em comparação com seguros de bens e responsabilidades (P&C). O Reino Unido, a Alemanha e a França atraíram 85% do financiamento total da Insurtech no período 2016-20. Os investidores estratégicos estão cada vez mais adotando as Insurtechs: 40% de todas as rodadas em 2020 e 2021 tiveram a participação de investidores estratégicos. A distribuição atraiu a maior parte do financiamento, mas seguradoras full stack e soluções B2B estão atraindo mais capital agora.

A Europa tem um grande fluxo de unicórnios atuais e futuros, especialmente entre 2015-16, que atraiu a maior parte do financiamento até o momento, mas ainda está para sair. Isso é diferente dos EUA, onde as insurtechs saíram em massa, mas tiveram um desempenho ruim no mercado de ações até agora.

Saiba quando o seguro pode negar a indenização!

Fonte: CQCS

Obviamente, ter um seguro para o carro é algo fundamental. No entanto, em algumas situações, o seguro pode negar a indenização.

Portanto, é importante manter-se esclarecido sobre isto. No caso, pra evitar surpresas desagradáveis e acabar saindo no prejuízo, mesmo tendo o carro assegurado.

Quando o seguro pode negar a indenização

De acordo o diretor comercial da Seguralta, Nilton Dias, é fundamental que o dono do veículo conheça todas as cláusulas do contrato, antes mesmo de contratar o seguro. Assim, não fica desprevenido para surpresas desagradáveis. Em especial, sobre indenizações negadas.

Por exemplo, é preciso estar atendo às coberturas e exclusões. Também, situações que impedem o recebimento da indenização.

O segurado deve estar sempre atento ao pagamento do serviço, não podendo, assim, atrasar. Além disso, conferir se as coberturas que ele necessita estão inclusas na apólice, esclarece Dias.

O diretor ainda salienta que mudar de carro e não notificar a seguradora é um dos motivos em que o seguro pode negar a indenização.

Além disso, se colocar em situações de risco também pode incidir no não pagamento de indenização. Por exemplo, deixar o carro destrancado, forçar a passagem em um local alagado, cometer infrações legais. Além de não entregar todos os documentos exigidos.

Além dos casos apontados pelo diretor da Seguralta, de acordo com a Associação Âmbito Jurídico, o seguro pode negar a indenização no caso de divergências de informações no ato da contratação.

Portanto, tanto se fala da importância de não omitir ou mentir informações e dados na hora de contratar o seguro do auto.

Casos omissos

Por outro lado, algumas cláusulas ou situações podem ser específicas. Neste caso, a recomendação é consultar, primeiramente, a seguradora.

Caso não exista uma solução, deve-se procurar a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) ou mesmo o PROCON do seu município.

Dados sobre seguros de carros no Brasil

De acordo a última pesquisa realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), apenas 30% dos carros que circulam no Brasil contam com seguro.

Outras pesquisas sobre o segmento apontam números ainda mais alarmantes, qual seja, cerca de 80% da frota nacional não possui o serviço.

Votação da MP da privatização da Eletrobras acontece nesta 5ª

Confira as mudanças no texto e as implicações para o setor

Credit espera volatilidade para as ações da Eletrobras por conta do tempo limitado para aprovar MP; associações criticam novos jabutis

De forma a ampliar o apoio dos senadores à Medida Provisória que permite a privatização da Eletrobras (ELET3;[ELET6]), o relator Marcos Rogério (DEM-RO) acolheu 19 emendas apresentadas pelos senadores em seu parecer e rejeitou 43 sugestões, ampliando a quantidade de jabutis, sugestões estranhas ao texto original, que há haviam sido aprovados pela Câmara.

Por acordo entre os senadores, o texto da MP será votado nesta quinta-feira (17), a partir das 10h (horário de Brasília), e até lá, eles poderão apresentar sugestões de destaques, que podem alterar o teor do parecer. Também são esperadas negociações nos bastidores e muita articulação entre os senadores e o governo.

Integrante da tropa de choque do governo na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Marcos Rogério fez acenos a várias lideranças, entre eles o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e ao senador Dário Berger (MDB-SC).

O relatório atende a um pleito antigo de Pacheco, que nos últimos dias manifestou a interlocutores incômodo com a intenção do governo de reduzir o nível do reservatório da hidrelétrica de Furnas, no sul de Minas Gerais, para priorizar o uso da água para energia elétrica.

A intenção foi revelada no fim de semana com uma minuta de nova Medida Provisória que abre caminho para um racionamento de energia e amplia o poder do Ministério de Minas e Energia (MME) para impor decisões sobre os reservatórios, passando por cima de órgão como Ibama e Agência Nacional de Águas (ANA), além de agentes, Estados e municípios.

O texto mostra que o Senado decidiu se antecipar e dar um recado claro ao MME. Pelo texto, será a ANA, em articulação com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), quem deverá definir a curva de armazenamento dos reservatórios de usinas hidrelétricas a cada ano. O governo ainda deverá elaborar, em até 12 meses a partir da sanção da MP, um plano para viabilizar a recuperação dos reservatórios das hidrelétricas em dez anos. Deverão ser considerados, por exemplo, a priorização de usos múltiplos da água e a captação de água para consumo humano e animal.

A flexibilização do armazenamento dos reservatórios deverá ser definida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), em articulação com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). As propostas foram apresentadas por meio de emenda por Pacheco, incomodado com a intenção do governo de dar prioridade apenas ao uso dos reservatórios para geração de energia para enfrentar a crise hídrica e evitar um racionamento.

Alguns dos principais reservatórios de regularização atingirão níveis próximos ao volume morto no final deste inverno, um verdadeiro desastre ambiental. Isso prejudicará ou até inviabilizará o abastecimento de água das cidades, as atividades turísticas, a piscicultura e a produção agropecuária. Daí também se origina o risco de racionamento de energia elétrica que assombra os brasileiros. Portanto, urge repensar as estratégias de operação das hidrelétricas e recuperar os níveis dos reservatórios, diz o relatório.

O parecer mantém a obrigatoriedade de o governo contratar termelétricas a gás natural, mesmo em locais onde não há reservas nem gasodutos. O texto do Senado vai além do aprovado pelos deputados, que previa que as usinas deveriam estar localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e inclui que elas deverão ser instaladas em capitais e regiões metropolitanas, além de incluir uma nova região, o Triângulo Mineiro.

A pedido do governo, o senador mudou o trecho relacionado à prorrogação automática das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) contratadas no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). A proposta aprovada na Câmara mantinha os preços atuais e mudava apenas o indexador, o IGP-M, para o IPCA, desconsiderando o fato de que o investimento já foi amortizado e, por isso, deveria ser retirado do preço. Agora, a proposta é que os preços máximos adotados sejam os do leilão A-6 de 2019.

A proposta também permite a aquisição de até 1% das ações remanescentes em poder da União por empregados da estatal por um preço menor, o que for apurado na bolsa cinco dias antes da operação de capitalização.

O texto tira da União a responsabilidade de realocar moradores que vivem próximos a faixas de servidão de linhas de transmissão. A medida e seus custos caberão à Eletrobras, o que amplia os riscos financeiros da empresa.

Outra emenda acatada por Marcos Rogério determina que indicações para o comando do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) passem por sabatina no Senado, como acontece com diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Diferente dos dirigentes dos órgãos reguladores, os diretores do ONS não cumprem mandatos e podem ser demitidos a qualquer momento.

Apesar de recusar a emenda do senador Dário Berger para incluir a contratação obrigatória de 2 mil megawatts (MW) de térmicas a carvão, Marcos Rogério ampliou o prazo de subsídios para a compra de carvão mineral para as usinas que já estão em operação até 2035. Pela lei, esse benefício seria encerrado em 2026. O pleito atende aos Estados do Sul, que não foram contemplados com benesses como as propostas para as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Os benefícios são pagos com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético, a CDE, que, por sua vez, é rateada nas contas de todos os consumidores do País, os que negociam no mercado livre, como grandes indústrias, ou os que são atendidos por distribuidoras. Neste ano, R$ 750 milhões foram destinados para a compra de carvão mineral. Em 2020, foram repassados R$ 666 milhões.

Haverá ainda mais recursos para a CDE (ou mais subsídios) em troca de menor pagamento da taxa de concessão (o pagamento da taxa será deduzido dos recursos dos novos fundos especiais para os rios São Francisco, Amazônia e Furnas).

O relatório ainda inclui alguns novos custos e requisitos para a Eletrobras, incluindo proibição de extinção das principais subsidiárias da Eletrobras por pelo menos dez anos e pagamento de uma indenização de R$ 260 milhões para o estado do Piauí.

Também consta mudança no período de conversão dos contratos de regime de cotas, em que as usinas da Eletrobras comercializam sua energia a um preço médio, para regime de produtor independente, em que os preços são regidos pelo mercado. Os leilões de reserva para aquisição de 6 gigawatts (GW) das térmicas devem ocorrer antes do processo de capitalização e a nova fatura também inclui mais detalhes sobre esses projetos (como localizações específicas e preferência pelo suprimento de gás da Amazônia).

O projeto também altera regras de acesso ao mercado livre e exige plano de recuperação dos reservatórios, entre vários outros que não estão diretamente relacionados à privatização.

Na visão do Credit Suisse, o impacto das mudanças é limitado para o Valor Presente Líquido (VPL) da privatização, mas são muitas alterações, com muito pouco tempo para aprová-las.

Carolina Carneiro e Rafael Nagano, analistas do Credit, apontam que a nova versão do projeto de lei inclui uma série de novos requisitos para a privatização que parecem acomodar muitos interesses diferentes, o que potencialmente aumentaria a probabilidade de aprovação.

No entanto, algumas das mudanças têm impactos negativos para o governo federal, apontam os analistas. Dentre eles, a menor taxa de concessão. Portanto, deve haver uma oferta secundária maior a ser adicionada ao follow-on (oferta de ações) para garantir perda de controle do estado, além de implicar em interferência no planejamento e regulação do setor, com efeitos colaterais negativos para o setor.

Como o projeto de lei tem que ser aprovado no Senado e na Câmara (por causa das mudanças) antes de 22 de junho, ou seja, em um tempo limitado, os analistas do Credit esperam uma volatilidade significativa para as ações da ELET.

Atualmente, os analistas possuem recomendação neutra para ELET6, com preço-alvo de R$ 45, o que representa uma alta de 0,67% frente o fechamento de quarta-feira (16). No cenário mais positivo, os analistas veem o papel chegando a R$ 65, ou uma alta de 45% ante a cotação da véspera (veja mais clicando aqui).

Associações preveem novos custos aos consumidores

Associações de diversos setores avaliaram que o parecer apresentado pelo relator prevê novos custos aos consumidores brasileiros. As entidades afirmam que o texto traz novos jabutis e pedem para que os senadores retomem o texto original enviado ao Congresso.

O relatório piora o que já era ruim e prevê novos custos aos consumidores brasileiros. Nosso entendimento segue pela rejeição dos velhos e dos novos jabutis, diz a nota. O grupo reúne 45 associações que se uniram a um movimento chamado de União pela Energia. Entre elas estão representantes da indústria, investidores no setor elétrico e produtores de petróleo e gás.

Entendemos que ele o relatório agrava as adições feitas na Câmara, que ficaram conhecidas como jabutis. As definições invadem o espaço do planejamento setorial e ampliam o risco de investimentos no setor por sinalizar grande instabilidade para investimentos de capital intensivos e de longo prazo, assim como a governança da operação do setor elétrico, diz a nota.

As entidades afirmam que o parecer sinaliza que a tendência é que, a cada MP, surgem novas decisões que afetam a concorrência no mercado de energia e perturbam a competitividade. Entre as alterações criticadas está a prorrogação de subsídios para compra de carvão até 2035.

A nota diz ainda que o texto despreza por completo o projeto de lei que trata da modernização do setor elétrico ao definir a abertura total do mercado de energia de forma desassociada dos mecanismos que garantam a adequada alocação de riscos entre produtores e consumidores de energia. O PL já foi aprovado no Senado e aguarda avaliação na Câmara.

As associações também afirmam que o parecer afeta o Tesouro Nacional ao ampliar benefícios a geradores e prever indenização a antigos proprietários de empresas privatizadas.

Precisamos garantir que o planejamento energético faça as escolhas técnicas, que darão conforto aos brasileiros e competitividade ao País, com base no nosso extraordinário potencial de energia renovável, evitando repetir os movimentos que fizeram do Brasil o País da energia barata e da conta cara.

Fonte: Estadão

Enquanto Senado debate venda da Eletrobras, Amapá sofre novo apagão

Votação da MP que autoriza privatização ficou para esta quinta-feira.

Fonte: Monitor Mercantil

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informou que o senador Marcos Rogério (DEM-RO) leria seu relatório à Medida Provisória 1.031/2021 ainda na noite desta quarta-feira e que o texto voltará à pauta nesta quinta-feira.

Enquanto o Senado se debruçava sobre a MP que permitirá a privatização da Eletrobras, cidades do Amapá sofreram o quinto apagão em menos de um ano. A suspensão do fornecimento de energia elétrica começou às 16h05, de acordo com o Ministério de Energia Elétrica (MME), com desligamento da carga atendida pela Subestação Macapá, administrada pela Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE).

A nota do ministério informou que o início da retomada do fornecimento de energia iniciou [sic] às 16h21, com o religamento de um circuito da linha de transmissão e que já acionou o Operador Nacional do Sistema e está aguardando recuperação deste trecho para recompor os sistemas de distribuição. As causas do desligamento deverão ser identificadas no Relatório de Análise de Perturbação, finalizou o MME. Ainda não foram confirmadas quantas cidades foram afetadas.

Esse foi o quinto apagão registrado no Amapá desde novembro de 2020. O primeiro foi o mais grave, deixando 13 das 16 cidades do estado totalmente sem energia durante quatro dias e com fornecimento parcial durante 22 dias.

Houve novo desligamento ainda em novembro, dia 17, com apagão durante 5 horas. Em 13 de janeiro, novamente falta total de energia durante 5 horas. Em 8 de abril, houve um novo registro, em que 15 cidades foram afetadas.

Congonhas e Santos Dumont testam embarque com reconhecimento facial

A companhia aérea Azul está testando o embarque com reconhecimento facial na ponte-aérea Rio-SP. Com isso, hoje os passageiros que voarem entre São Paulo e Rio de Janeiro poderão entrar no avião sem a necessidade de apresentar cartão de embarque e documento, utilizando apenas a biometria.

Embarcando no avião sem documentos

Ao longo do dia, passageiros da Azul que tiverem viagem entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont estão sendo convidados a experimentar a tecnologia de reconhecimento biométrico facial para acessar as áreas de embarque e as aeronaves nos dois terminais.

No momento do check-in no aeroporto, o passageiro é convidado a participar do projeto. Ao concordar, ele recebe uma mensagem no celular solicitando autorização para a obtenção dos dados, incluindo CPF e uma foto. Então atendente da companhia realiza a validação biométrica, comparando os dados e a foto, tirada na hora, com as bases governamentais.

Aeroporto de Florianópolis também testou embarque sem documentos

A partir da validação, o passageiro fica liberado para entrar na sala de embarque e no avião passando pelos pontos de controle biométricos, que fazem a identificação por meio de câmeras, sem a necessidade de apresentar documento e cartão de embarque.

A tecnologia capta a biometria facial dos viajantes em segundos, proporcionando mais agilidade ao processo de embarque, evitando filas e atrasos, e evitando riscos de contaminação ao dispensar o uso de papéis.

O projeto quer que esse embarque 100% digital seja padronizado nos principais aeroportos brasileiros. Enquanto isso não acontece, alguns experimentos seguem realizados, como já aconteceu no Aeroporto de Florianópolis, no Aeroporto de Salvador, no Aeroporto Santos Dumont e também no Aeroporto de Belo Horizonte.

Fonte: Melhores Destinos

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